Somente Cantareira e Alto Tietê permaneceram estáveis; demais sistemas que abastecem São Paulo registraram queda

Agência Brasil

O nível do Sistema Cantareira se manteve estável nesta terça-feira (21), com o volume armazenado, que na segunda-feira (20) subiu 0,1%, seguindo em 15,5% da capacidade total de todos os seus reservatórios.

Descontado o volume morto, o Cantareira está 9,3% abaixo do nível mínimo de captação das bombas utilizado antes da crise de abastecimento no estado. Os dados são da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

Crise hídrica: veja fotos do Sistema Cantareira e de outros reservatórios:

Apesar disso, com exceção do Cantareira e do Alto Cotia – este estável em 65,2% – o nível dos demais mananciais que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) caíram de nas últimas 24 horas. O Sistema Alto Tietê passou de 22,3% para 22,2%. O Guarapiranga ficou em 82,6% (queda de 0,3%). Os sistemas Rio Grande (96%), Alto Tietê e Rio Claro (45%) registraram queda de -0,1%.

Em razão da crise de abastecimento, a Sabesp passou a reduzir gradativamente as áreas atendidas pelo Cantareira. O sistema, que atendia acerca de 9 milhões de pessoas, passou a fornecer água para 5,4 milhões.

A medida mais recente do governo paulista foi incluir pela primeira vez o Sistema Rio Grande no abastecimento da capital. Segundo anúncio, feito na semana passada, o manancial passou a atender bairros da zona sul da capital, antes abastecidos pela Represa do Guarapiranga, que agora fornece água a 250 mil pessoas da região do Cantareira.

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