Desde o dia 5 detem mês, nível vem subindo diariamente; pluviometria acumulada no mês já chegou a 257 milímetros

Agência Brasil

A quantidade de água armazenada na segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento de água da região metropolitana de São Paulo, alcançou 8,9% nesta quarta-feira (18). O nível do sistema vem subindo diariamente desde o dia 5 de fevereiro, mas ainda é considerado crítico.

Veja fotos da situação calamitosa dos reservatórios paulistanos:

A primeira cota do volume morto – reserva abaixo das comportas de captação que injetou 182,5 bilhões de litros de água no sistema – começou a ser disponibilizada em maio do ano passado e a segunda cota (com 105 bilhões de litros de água) teve início em novembro, quando o volume do sistema tinha atingido 10,6%.  

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Fevereiro é considerado o mês em que mais choveu no sistema desde janeiro de 2012, segundo informações da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Até esta quarta-feira, a pluviometria acumulada no mês já alcançou o volume de 257,0 milímetros (mm), superando a média histórica esperada para o mês, estimada em 199,1 mm.

O período mais recente a registrar o maior índice de chuvas no sistema foi em janeiro de 2012, quando a pluviometria acumulada alcançou o volume de 336,5 mm. O mais seco foi registrado em agosto de 2012, com apenas 0,7 mm, quando o esperado para o mês era 36,9 mm.

No ano passado, o mês que registrou mais chuvas foi março, com pluviometria acumulada de 193,3 mm, acima da média histórica para o mês (184,1 mm). O periodo mais seco em 2014 foi registrado em  junho, com 15,8 mm de chuva acumulada, abaixo do volume esperado para o mês (56 mm).

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Os níveis dos demais sistemas que abastecem a Grande São Paulo também subiram. O Alto Tietê passou de 15,2% para 16,3%. O Guarapiranga subiu de 55,6% para 56,3%. O Alto Cotia passou de 34,7% para 35,3%, o Rio Grande de 82% para 82,9% e o Rio Claro de 33,2% para 34,6%.

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