Dança da chuva em São Paulo tem 38 mil pessoas confirmadas nas redes sociais

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Ideia é mobilizar as pessoas contra a seca enfrentada no Estado. Idealizadores querem entrar para livro dos recordes

Durante uma aula da escola Miami Ad School oferecido pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), os alunos decidiram criar um evento nas redes sociais para conseguir atrair grande número de pessoas para uma dança da chuva que será realizada nesta sexta-feira (21), às 19h, no Masp. O evento já tem 38 mil pessoas confirmadas.

Reprodução/Facebook
Dança da chuva tem 38 mil pessoas confirmadas nas redes sociais

A dança da chuva vai ocorrer na mesma data em que a presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) anunciou que acabaria a cota do volume morto. 

Segundo o estudante Eduardo Lunardi, um dos idealizadores do projeto, a ideia é mobilizar o maior número de pessoas possível para uma causa tão importante como a seca enfrentada pelo Estado de São Paulo. "Com a proporção que foi tomando, nós vimos a possibilidade de fazer algo ainda maior". A ideia do grupo é entrar para o livro dos recordes como a maior dança da chuva do mundo, batendo a da Irlanda, em 2011, que reuniu 395 pessoas.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), existem possibilidades de pancadas de chuva no Estado na sexta-feira, por causa do ar quente e úmido. O nível do Sistema Cantareira chegou a 10,2% nesta terça-feira (18), de acordo com dados da Sabesp.

Represa do Jaguari, na cidade de Vargem, em setembro; veja mais imagens da situação dos reservatórios do Sistema Cantareira. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura PressSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis


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