Preso mais um suspeito de depredar concessionária de luxo em São Paulo

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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O ato de vandalismo aconteceu durante uma manifestação do Movimento Passe Livre (MPL) no dia 19 de junho

A polícia prendeu na manhã desta quinta-feira (24) mais um suspeito de participar da depredação de uma concessionária de carros de luxo, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. O homem foi identificado nas imagens da loja e de uma agência bancária. O ato de vandalismo aconteceu durante uma manifestação do Movimento Passe Livre (MPL) no dia 19 de junho.

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No começo do mês de julho, um segundo homem foi preso suspeito de participar da depredação durante os protestos em Pinheiros.

Segundo a Polícia Civil, o mecânico J.A.A.R. que trabalhava em uma cooperativa de ônibus foi detido em São Mateus, na zona Leste da capital. A equipe da Delegacia de Investigações sobre Estelionato do Deic informou que apreendeu a roupa que foi utilizada durante os atos e também um computador que será periciado.

Manifestante é detida durante o protesto contra a Copa no centro de São Paulo. Foto: Gabriela Bilo/Futura PressBlack blocs atacam estabelecimentos comerciais no centro de São Paulo. Foto: Gabriela Bilo/Futura PressCerca de cem manifestantes foram detidos, segundo advogado . Foto: Gabriela Bilo/Futura PressAo menos 25 manifestantes detidos no protesto ficaram sentados no chão, em frente ao 78 °DP. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGProtesto teve cerca de 120 detidos. Parte deles foi liberada ainda no centro. Na imagem, manifestantes levados ao 78° DP. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGParte dos manifestantes foi levada ao 78° Distrito Policial, dos Jardins. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGManifestantes em frente ao Theatro Municipal de São Paulo. Foto: Vitor Sorano/iGManifestantes seguiram pelas ruas do centro após o confronto com a polícia. Foto: Vitor Sorano/iGPolícia fecha quarteirão da Xavier de Toledo, onde houve o confronto. Foto: Vitor Sorano/iGPolícia cerca grupo de manifestantes detidos durante o confronto na rua Xavier de Toledo. Foto: Vitor Sorano/iGPM na rua Xavier de Toledo, onde houve confronto. Foto: Vitor Sorano/iGPoliciais militares revistam manifestante detido. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGBlack blocs depredaram estabelecimentos no centro de São Paulo. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGManifestantes depredaram agência bancária do centro de São Paulo. Foto: Vitor Sorano/iGPolícia Militar faz cordão de isolamento no centro de São Paulo após tumulto. Foto: Vitor Sorano/iGManifestantes vestidos de preto e mascarados lideraram o protesto. Foto: Vitor Sorano/iGCentenas de manifestantes se reuniram em protesto contra a Copa. Foto: Vitor Sorano/iGCentenas de manifestantes se concentraram na praça da República. 'Pentacampeão, de injustiça e de corrupção', gritavam pelas ruas do centro. Foto: Vitor Sorano/iGCentenas de manifestantes se concentram na praça da República. Foto: Vitor Sorano/iGBlack blocs organizam cordão humano durante protesto. Foto: Vitor Sorano/iGPoliciais militares reforçam segurança no cruzamento da praça da República com a avenida São Luís. Foto: Vitor Sorano/iGOs estudantes Lucas Crivelaro e Willians Mardegan participam do protesto contra a Copa. Foto: Vitor Sorano/iGManifestantes se concentram na praça da República no segundo ato contra a Copa do Mundo (22/02/2014). Foto: Gabriela Bilo/Futura PressCerca de mil policiais reforçam a segurança na praça da República. Foto: Gabriela Bilo/Futura Press"Sem educação, não vai ter Copa", diz um dos cartazes preparados por manifestantes do segundo ato contra a Copa em São Paulo. Foto: Vitor Sorano/iGManifestantes se concentram para o segundo ato contra a Copa na Praça da República, centro de São Paulo (22/02/2014). Foto: Vitor Sorano/iGManifestantes se concentram para o segundo ato contra a Copa na Praça da República, centro de São Paulo (22/02/2014). Foto: Vitor Sorano/iG"Eu gosto de futebol, mas temos que sacrificar nossos gostos. Eu sou contra investimento para maquiar corrupção", diz Beto Fontes (22/02/2014). Foto: Vitor Sorano/iG

Ato

No último dia 19, em São Paulo, o ato pelo fim da tarifa de transportes públicos se dispersou após uma manifestação conflituosa, com depredação de concessionária de carros importados, ataque a agências bancárias, destruição de mobiliário urbano, montagem de barricadas e focos de incêndio em lixo de ruas residenciais do bairro de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista.

Black blocs marcaram presença na manifestação, que começou pacífica em concentração na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista. A caminhada seguiria até a estação Pinheiros do metrô, onde aconteceriam atividades culturais como apresentações de dança, música e espetáculos teatrais.

No entanto, a depredação de pelo menos quatro agências bancárias por manifestantes mascarados na Avenida Rebouças abriu precedente para mais atos de vandalismo, que culminariam com o ataque a uma concessionária de automóveis de luxo na Marginal do Rio Pinheiros, altura da Ponte Bernardo Goldfard. No local, pelo menos 10 carros foram alvo da ação dos manifestantes. Na conta dos black blocs também pode ser incluída a destruição de mobiliário urbano, como postes, lixeiras. Nem as bicicletas de aluguel do banco Itaú escaparam dos ataques. Os manifestantes também partiram para cima de carros e lojas e retiraram as bandeiras do Brasil no bairro de Pinheiros. Enquanto tentavam fugir da Polícia Militar, os black blocs montavam barricadas com lixo residencial, transformado em fogueiras.

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