MTST e dona do terreno firmam acordo sobre ocupação perto do Itaquerão

Por iG São Paulo |

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Sem-Teto se comprometeram a deixar área em até 45 dias e construtora Viver vai assinar termo de compra e venda do local

Os integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) e a construtora dona do terreno ocupado próximo ao estádio Itaquerão chegaram a um acordo em conciliação realiazda nesta quinta-feira (3) na 3ª Vara Cível de Itaquera, na zona leste de São Paulo. 

Veja fotos da ocupação:

O iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloCopa do Povo - primeiro jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São PauloO iG visitou a ocupação Copa do Povo no momento em que o Brasil estreava no Mundial, nesta quinta, e viu um lugar esvaziado devido à decisão do MTST de não passar o jogo. Foto: David Shalom/iG São Paulo

O movimento do Sem-Teto assumiu o compromisso de desocupar o terreno em até 45 dias. Por outro lado, a empresa, a construtora Viver, se comprometeu a, em até 30 dias, firmar o termo de compra e venda. para que a área seja destinada a construção de moradia popular.  Um termo de compromisso foi assinado por representantes do MTST, da empresa dona do terreno e dos governos ederal, estadual e municipal, objetivando a promoção de ações conjuntas destinadas à viabilização de empreendimento habitacional.

Para o MTST, o acordo "é uma grande vitória da Ocupação Copa do Povo", informou em nota. O movimento informou que a desocupação é necessária para que as Caixa Econômica Federal viabilize a compra do terreno. 

Leia mais: Câmara aprova projeto que regulariza terreno de ocupação do MTST

Dilma encontra sem-teto do MTST antes de visita ao Itaquerão

Veja como é a ocupação Copa do Povo

"Sairemos provisoriamente: saímos de barracos para retornar posteriormente em moradias dignas", comemorou a coordenação do movimento em nota.

O terreno foi ocupado no começo de maio. Pouco menos de um mês depois, a presidente Dilma Rousseff (PT) encontrou coordenadores do movimento prometeu construir cerca de 2 mil moradias populares na ocupação, por meio do Minha Casa, Minha Vida. 

Uma outra vitória do movimento foi a aprovação na Câmara de São Paulo de uma emenda no projeto de lei do vereador Police Neto (PSD) para a regularização da ocupação Copa do Povo. 



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