No dia em que volume morto começou a ser usado, capacidade do sistema Cantareira chegou a 26,7%; hoje está em 25,6%

Alckmin dá início à captação de água da reserva técnica da represa Jaguari/Jacareí
Vagner Campos / Divulgação
Alckmin dá início à captação de água da reserva técnica da represa Jaguari/Jacareí

Apesar do uso do volume morto, o nível do Sistema Cantareira, que abastece quase 10 milhões de pessoas na Grande São Paulo, continua a cair e chegou neste domingo (25) a 25,6% da sua capacidade. O índice representa queda de 1,1% em comparação aos 26,7% de capacidade que o sistema tinha quando o volume morto passou a ser usado, em 16 de maio. 

O volume morto aumentou a capacidade do sistema Cantareira em 18,5 pontos percentuais. Quando começou a ser usado, o nível do sistema  estava em 8,2%.

Leia mais: São Paulo inicia retirada do volume morto do Sistema Cantareira

Sem racionamento de água, Cantareira pode levar até 15 anos para se recuperar

A Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (sabesp), serão retirados 182,5 bilhões de litros de água do volume morto das represas do Cantareira, pouco menos da metade do total disponível sob as barragens - 400 bilhões de litros. Destes, cerca de 133 bilhões de litros devem ser usados até o final de novembro, mês em que historicamente volta a chover consideravelmente na região.

O índice de chuva também não tem ajudado a recompor o nível das represas do sistema Cantareira. Em maio, choveu 31,6 mm, segundo a Sabesp, bem abaixo da média história de 83,2 mm. 

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.