Greve de motoristas e cobradores afeta dez cidades da Grande São Paulo

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Greve afeta os municípios de Osasco, Diadema, São Bernardo do Campo, Carapicuíba, Santana do Parnaíba, Barueri, Itapevi, Jandira, Cotia e Pirapora do Bom Jesus

Marcos Bezerra/Futura Press
Grevistas impedem a saída de ônibus em Osasco (Grande SP)

Parte dos ônibus de dez cidades da Grande São Paulo não saíram às ruas na manhã desta sexta-feira (23). Motoristas e cobradores pedem reajustes salariais. 

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A greve de motoristas e cobradores afeta os municípios de Osasco, Diadema, São Bernardo do Campo, Osasco, Carapicuíba, Santana do Parnaíba, Barueri, Itapevi, Jandira, Cotia e Pirapora do Bom Jesus. 

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Em Osasco, a zona sul do município é a mais prejudicada com a paralisação dos trabalhadores da Viação Osasco. De acordo com a Companhia Municipal de Transportes apenas 30 dos 177 ônibus da frota estão circulando.

Além da Viação Osasco, o movimento grevista atinge a empresa Urubupungá, que tem 170 ônibus para atender aos moradores da zona norte. A situação nessa região da cidade é um pouco melhor, pois mais da metade da frota (60%) está nas ruas.

Protesto de motoristas e cobradores da Viação Santa Brígida, em São Paulo, nesta quinta-feira (22). Foto: Marcos Bezerra/Futura PressTerminal da Barra Funda vazio, em São Paulo, nesta quarta-feira (21), após a paralisação de motoristas e cobradores. Foto: Alice Vergueiro/Futura PressEm coletiva, o secretario municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, defende uma investigação policial dentro do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus. Foto:  Taba Benedicto/Futura PressÔnibus não saem da garagem da viação Santa Brígida, na zona oeste, nesta quarta-feira. Foto: Alex Falcão/Futura PressMotoristas e cobradores realizam protesto e fecham a garagem da viação de ônibus Sambaíba, em São Paulo, SP, na madrugada desta quarta-feira (21). Foto: Edison Temoteo/Futura PressMotoristas e cobradores de ônibus fazem paralisação e fecham Terminal Sacomã, em São Paulo. Foto: Renato Mendes/Futura PressMotoristas e cobradores de ônibus fazem paralisação e fecham Terminal Bandeiras, em São Paulo  . Foto: Renato S.Cerqueira/Futura PressEstação da Sé fica lotada por causa das paralisações dos terminais de ônibus nesta terça-feira (20), em São Paulo. Foto: Futura PressMotoristas e cobradores de ônibus fazem paralisação e fecham Terminal Sacomã, zona sul de São Paulo (SP), nesta terça-feira (20). Foto: Futura PressGreve provocou fila de ônibus nas ruas de São Paulo. Foto: Alexandre Serpa/Futura PressMotoristas e cobradores de ônibus se reúnem para reivindicar reajuste salarial e causam trânsito na região da Prefeitura de São Paulo, nesta terça-feira (20). Foto: Futura PressMotoristas e cobradores fecham terminal Santana, na zona norte da cidade, nesta terça-feira (20). Foto: Futura PressFuncionários fazem paralisação e fecham Terminal Parque Dom Pedro, em São Paulo (SP), nesta terça-feira (20). Foto: Futura PressFila de ônibus causa lentidão no trânsito da Avenida Eusébio Matoso em São Paulo (SP), nesta terça-feira (20). Foto: Futura PressMotoristas e cobradores de ônibus fazem paralisação e fecham Terminal Bandeiras, na República, em São Paulo. Foto: Futura PressMotoristas e cobradores de ônibus fazem paralisação no Terminal da Lapa, na Zona Oeste de São Paulo (SP), na manhã desta terça-feira (20). Foto: André Lucas Almeida/Futura Press

Em Diadema, os 116 veículos da Viação MobiBrasil não saíram da garagem. A empresa transporta 35 mil pessoas por dia no município. A prefeitura informou que a viação Benfica, outra empresa que divide com a Mobibrasil o transporte no município, disponibilizou 37 carros para atender alguns bairros que estão sem transporte.

Além dos municípios, a greve em Osasco e Diadema também afeta o transporte intermunicipal. De acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU-SP), em média, essas empresas transportam em torno de 80 mil passageiros nos deslocamentos intermunicipais.

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Segundo a empresa MobiBrasil, um acordo foi fechado com o sindicato dos motoristas e aprovado em assembléia na semana passada. O acordo prevê reajuste de 8% nos salários, 8% no vale-refeição, R$ 400 de participação nos lucros e resultados e plano de saúde integral. A empresa informa ainda que a paralisação é responsabilidade de um grupo dissidente do sindicato e, em função disso, aguarda uma decisão da Justiça do Trabalho sobre o movimento grevista.

Na cidade São Paulo, uma paralisação da categoria durou três dias. Os condutores e cobradores voltaram ao trabalho nesta quinta-feira apesar de ainda não ter acordo entre grevistas, prefeitura e empresários.

* Com informações da Agência Brasil

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