Manifestação defende o cultivo caseiro da maconha. De acordo com a polícia, nenhuma ocorrência foi registrada até às 17h30

Cerca de 3 mil ativistas se reuniram em frente ao Masp, Museu de Arte de São Paulo, na Avenida Paulista, rumo a Rua Augusta e em seguida, ao Centro, neste sábado (26), durante a Marcha da Maconha, informou a polícia. Nenhuma ocorrência foi registrada durante o trajeto.

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O grupo levava cartazes que defendiam o cultivo individual da erva enquanto ocupavam todas as faixas da Avenida Paulista. Por volta das 16h50, eles começaram a descer a Rua Augusta em direção ao Centro.

Em carta aberta, os organizadores da marcha orientavam o público a fazer a segurança do protesto, criando um cordão de isolamento em torno dos manifestantes. Eles reiteraram que o ato é pacífico.

Página oficial do evento no Facebook afirma que a passeata visa “regulamentação da maconha, pelo fim da guerra e fortalecimento das alternativas de políticas públicas que respeitem as liberdades individuais e os direitos humanos”. Segundo os organizadores, além de São Paulo, outras cerca de 20 cidades em diversas regiões do País também realizam o ato.

“Reinvindicando o uso medicinal e o fim da violência, a partir de hoje milhares de pessoas pelo país vão às ruas fazer uma Marcha da Maconha para toda família”, diz comunicado na página oficial da Marcha da Maconha.

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