Exame de DNA revela que corpo esquartejado em SP era de motorista desaparecido

Por iG São Paulo |

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Resultado do teste confirmou que partes de corpos encontradas na capital paulista são de Álvaro Pedroso

O laudo do Instituto Médico Legal com o resultado do teste de DNA confirmou que o corpo esquartejado e encontrado espalhado em sacos plásticos no centro de São Paulo no último mês é mesmo do motorista Álvaro Pedroso, de 55 anos.

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Divulgação/Polícia Civil
Polícia reconstitui digitalmente rosto de vítima esquartejada

No começo do mês, após a divulgação de uma imagem da reconstituição facial da vítima, o Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) foi procurado pela mulher e dois filhos do motorista desaparecido que relataram a semelhança do parente com a imagem. Os familiares doaram material para o exame de DNA para que o teste fosse feito.

Para a reconstituição, foi usado um programa de computador para resconstituir digitalmente o rosto da vítima, já que a cabeça estava em estado avançado de decomposição. 

Segundo informações da família, o motorista sumiu no dia 22 de março. Naquele mesmo dia, partes do tronco e membros foram encontradas no entorno do cemitério da Consolação, em Higienópolis. Cinco dias depois, a cabeça foi achada na praça da Sé.

O caso

Futura Press
Uma cabeça foi encontrada dentro de um saco plástico na manhã desta quinta-feira (27), na Praça da Sé, no centro de SP

Sacos de lixo, com pernas e braços, foram encontrado na manhã do dia 23 de março, na esquina das ruas Sergipe e Sabará. Pouco depois, uma gari encontrou um carrinho de feira e um outro saco preto no cruzamento das ruas Mato Grosso e Coronel José Eusébio. Dentro dele estava o tronco da vítima enrolado a uma peça de roupa feminina. Parte da pele foi arrancada - a polícia suspeita que seja para ocultar uma tatuagem.

Um outro saco preto com uma coxa foi encontrado em uma floreira na rua da Consolação. O corpo teve as pontas dos dedos cortadas. De acordo com os legistas, a morte aconteceu na madrugada de domingo e, o esquartejamento, quando a vítima já estava morta.

A cabeça foi encontrada por um morador de rua na tarde do dia 27. Ele vasculhava o lixo em busca de comida. Ao mexer no saco plástico que guardava a cabeça, sentiu um cheiro forte e chamou a GCM.

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