Grupo suspende ativista nua no Viaduto do Chá e pede liberdade para mulheres

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Completamente nua e com uma maçã na boca, a ativista Sara Winter foi suspensa por ganchos em suas costas em um ato que se denomina "Mulher não é um pedaço de carne"

Ativista segura cartaz em referência ao protesto virtual "Eu não mereço ser estuprada". Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSGrupo suspende ativista nua no Viaduto do Chá. Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSGrupo suspende ativista nua no Viaduto do Chá. Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSGrupo suspende ativista nua no Viaduto do Chá. Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSGrupo suspende ativista nua no Viaduto do Chá. Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESSAtivistas realizam performance em favor do direito e liberdade das mulheres. Foto: TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESS

O movimento feminista Bastardxs realizou uma performance em favor do direito e liberdade das mulheres, sob o Viaduto do Chá no centro de São Paulo, SP, neste domingo (6).

Completamente nua e com uma maçã na boca, a ativista Sara Winter foi suspensa por ganchos em suas costas em um ato que se denomina "Mulher não é um pedaço de carne". Sara foi uma das fundadoras do grupo feminista ucraniano Femen, em que ativistas protestam nuas. Ela saiu do grupo para fundar o Bastardxs, em que homens são aceitos. 

TIAGO CHIARAVALLOTI/FUTURA PRESS
Ativistas realizam performance em favor do direito e liberdade das mulheres

Em sua página no Facebook, o grupo diz defender "a tese que a mulher tem domínio do seu corpo, a favor do respeito e da igualdade". 

Uma das ativistas, que estava com os seios de fora, segurava um cartaz com a frase "Eu não mereço ser estuprada", em referência ao protesto virtual criado pela jornalista Nana Queirós em repúdio aos resultados da pesquisa do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), divulgado na semana passada. 

Segundo o instituto, 26% das pessoas concordam com a frase "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas". Inicialmente, o instituto havua anunciado que o percentual era de 65,1%. 

O protesto virtual ganhou a adesão de famosos e anônimos, que postaram fotos com a frase, e até a presidente Dilma Rousseff (PT) solidarizou-se com a jornalista, que diz ter sido ameaçada por causa do protesto. A página tem 11 mil seguidores. 



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