Policiais militares alegam, no entanto, que reagiram após serem atacados pelo rapaz, que está internado em SP

O jovem baleado por policiais militares durante a manifestação contra a Copa do Mundo em São Paulo no último sábado (25) afirmou à polícia civil que só sacou seu estilete após ser atingido pelo primeiro disparo, de acordo com a Folha de S. Paulo desta quarta-feira (29). Os policiais, no entanto, dizem que reagiram quando Fabricio Proteus Chaves tentou atacá-los. O jornal ouviu fontes da polícia e o defensor público que presta assistência à família de do rapaz, Carlos Weis, que alega legítima defesa.

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A polícia também afirma que Chaves portava explosivos, o que o jovem nega. Segundo ele, as bombas feitas com latas de cerveja apreendidas pertenciam a Marcos Salomão, que o acompanhava no momento da abordagem policial, na rua da Consolação. Salomão confirmou que carregava os artefatos. 

Fabricio Proteus Chaves
Reprodução/Facebook
Fabricio Proteus Chaves

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O delegado titular do 4º Distrito Policial, da Consolação, José Gonzaga Da Silva Marques, não vê excessos da policia na ação e considera que os PMs agiram em legítima defesa. Chaves responde a inquérito por desobediência, desacato e resistência.

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