Justiça manda mãe do menino Joaquim de volta à prisão

Por Agência Estado |

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Natália foi levada para cadeia de Franca. Para MPE, ela foi omissa ao não evitar a morte do próprio filho

Agência Estado

A Justiça aceitou nesse sábado (4) o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) e decretou a prisão preventiva da psicóloga Natália Mingone Ponte, de 29 anos. Ela é mãe do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que desapareceu de casa em Ribeirão Preto em 5 de novembro e foi encontrado morto cinco dias depois em um rio em Barretos.

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Arthur Paes, pai de Joaquim, carrega caixão do filho durante enterro nesta segunda-feira (11). Foto: Futura PressA avó materna de Joaquim, Cristina Ponte, durante o velório em São Joaquim da Barra nesta segunda-feira (11). Foto: Futura PressFamiliares, amigos e moradores de São Joaquim da Barra participam do velório do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos. Foto: Alfredo Risk/Futura PressO padrasto de Joaquim, Guilherme Raymo Ponte, foi preso como principal suspeito da morte do menino. Foto: Futura PressOs pais Natália (verde) e Arthur Paes prestam depoimento em Barretos (SP), após policiais encontrarem o corpo do menino Joaquim, de 3 anos. Foto: Alfredo Risk/Futura PressCalça do pijama de Joaquim apreendido pela Polícia. Foto: Futura PressJoaquim Ponte Marques, de 3 anos, estava desaparecido desde a última terça-feira (5). Ele foi encontrado morto no início da tarde do último domingo. Foto: Futura Press

Natália foi localizada na casa dos pais, em São Joaquim da Barra, e foi levada para a Cadeia Pública Feminina de Franca. Ela já havia ficado presa por 31 dias e foi solta em 11 de dezembro. O promotor Marcus Túlio Nicolino denunciou Natália e Guilherme Raymo Longo, de 28 anos, pela morte do garoto.

Para o MPE, ela foi omissa ao não evitar a morte do próprio filho. Natália também foi denunciada por homicídio doloso. Ela e o padrasto, que está preso em Barretos, vão aguardar pelo julgamento na cadeia. A prisão preventiva do casal foi assinada pela juíza Lucilene Aparecida Canella de Mello.

Segundo a investigação, Longo teria matado o enteado com uma dose excessiva de insulina e seu corpo teria sido jogado em um córrego perto de casa. Padrasto e mãe negam envolvimento no crime.

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