Justiça de São Paulo concede habeas corpus para mãe de Joaquim

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Detida desde o dia 10 de novembro, Natália Ponte tinha tido sua prisão prorrogada por mais 30 dias, na segunda (9), mas a decisão foi anulada em caráter liminar

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu, na tarde desta terça-feira (10), um habeas corpus para Natália Mingone Ponte, a mãe de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que foi encontrado morto em um rio em após cinco dias desaparecido em Ribeirão Preto. Natália está detida desde o dia 10 de novembro, quando o corpo foi encontrado, e tinha tido sua prisão prorrogada por 30 dias na segunda (9), pela juíza Isabela Cristina Alonso dos Santos Bezerra, da 2ª Vara do Júri e das Execuções Criminais de Ribeirão Preto.

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Mãe de Joaquim é ouvida por psicóloga

Alfredo Risk/Futura Press
Psicóloga Danielle Zeoti conversa com Natália Ponte na Delegacia de Investigações Gerais (DIG)

A medida foi anulada, em caráter liminar, pelo desembargador Péricles Piza, da 1ª Câmara de Direito Criminal. O juiz justificou que Natália é ré primária e não tem antecedentes criminais. Além disso, argumentou que ela tem outro filho menor, um bebê de quatro meses, “que presumivelmente necessita de seus cuidados”.

“Joaquim morreu dentro de casa”, acredita delegado

Exame não indica insulina em excesso em Joaquim

O caso

Joaquim desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto no dia 5 do mês passado, mas seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, no dia 10. A linha de investigação policial aponta o padrasto Guilherme Longo como principal suspeito pela morte de Joaquim.

Para isso, segundo a polícia, teria aplicado uma dose excessiva de insulina no garoto e depois jogado o corpo na água. Longo nega qualquer envolvimento no caso, assim como Natália.

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