“Joaquim morreu dentro de casa”, acredita delegado

Por iG São Paulo |

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Paulo Martins de Castro diz que “provas são contundentes”, mas ainda aguarda laudos para cravar tese

“As provas são contundentes de que o menino Joaquim Ponte Marques foi morto dentro de casa”, afirmou nesta terça-feira (3) Paulo Henrique Martins de Castro, delegado que investiga o assassinato do garoto, cujo corpo foi encontrado no Rio Pardo, em Barretos, interior de São Paulo.

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Policiais civis fazem reconstituição com o padrasto de Joaquim, Guilherme Longo

Embora esteja convencido sobre o local do crime, o delegado só vai cravar sua tese depois que receber os laudos, como os exames de sangue e toxicológico feito nos órgãos da vítima. “As suspeitas são robustas, mas para fechar o diagnóstico, precisamos dos laudos.”

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Martins pediu o exame porque a necropsia das escoriações no corpo de Joaquim indicava que elas foram resultado dos dias em que o corpo ficou no Rio Pardo. Outra razão para o pedido de perícia é que não foi encontrada água nos pulmões do garoto, o que descarta a morte por afogamento.

A mãe do menino, Natália Ponte, de 29 anos, e o padrasto e principal suspeito da morte, Guilherme Longo, de 28, estão presos desde o dia 10, quando o corpo foi encontrado.

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O delegado afirma também ter provas suficientes contra o padrasto. Longo teria usado, de forma acidental ou premeditada, uma dose excessiva de insulina para matar a criança.

Depois da morte, ele teria atirado o corpo em um córrego que passa a 200 metros do imóvel, que foi parar no Rio Pardo.

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