Padrasto de Joaquim participa de reconstituição e é xingado por populares

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Apenas Guilherme Longo, padrasto da criança e principal suspeito do crime, deve acompanhar a simulação

A Polícia Civil realizou, nesta sexta-feira (22), a reconstituição da morte do menino Joaquim Ponte Marques, de três anos. O padrasto da vítima, Guilherme Longo, participou da simulação, foi xingado por populares e precisou usar um colete à prova de balas. O homem, apontado pela polícia como principal suspeito, mostrou aos peritos todos os passos que diz ter dado na madrugada do dia 5 deste mês, quando o garoto sumiu. 

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Futura Press
Policiais civis fazem reconstituição com o padrasto de Joaquim, Guilherme Longo, nesta sexta-feira







O suspeito e os policiais dirigiram-se à casa onde o casal mora, no Jardim Independência, para dar início à reconstituição do crime. Às 15h30, os peritos, Castro e o promotor Marcus Túlio Nicolino já estavam dentro da residência do casal. Eles usaram um boneco para simular o menino.

Uma área de 800 metros perto da casa foi toda isolada e recebeu reforço da Cavalaria da PM. Mais de 50 policiais foram envolvidos na reconstituição do crime.

Assista ao vídeo:

Segurança

Longo usou um colete à prova de balas durante a reconstituição. No momento em que entrou na casa com o delegado e os peritos, foi recebido por vários populares com xingamentos e gritos de justiça. Muita gente cercou os principais cruzamentos que dão acesso à residência do casal em Ribeirão.

O caminho que Longo percorreu durante a reconstituição foi acompanhado por três cavalos da PM, posicionados na frente da casa. Em todos os depoimentos, ele confirmou que teria saído na madrugada do dia 5 e andado cerca 1,5 quilômetro em busca de droga.

A mãe de Joaquim, Natália Ponte, não participou da reconstituição. "Não vejo a necessidade de colocá-la com ele na mesma cena", disse o delegado Paulo Henrique Martins de Castro.

Seguro

Castro confirmou que a polícia vai apurar a mensagem de texto que o padrasto enviou a Natália na qual cita uma apólice de seguro. Porém, afirmou que isso altera a linha de investigação. Já a defesa de Longo alega não poder falar nada a respeito porque, oficialmente, não teve acesso ainda a essa informação.

*Com informações da Agência Estado

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