Delegado diz que já tem provas para indiciar padrasto por morte de Joaquim

Por Agência Estado |

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Polícia afirma que as contradições entre depoimentos de psicóloga e companheiro, suspeito do crime, aumentaram

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O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), afirmou segunda-feira (18) que as provas em poder da polícia são suficientes para responsabilizar Guilherme Longo pela morte de Joaquim Ponte Marques, três anos. Guilherme é atual companheiro da mãe da criança, que foi encontrada morta no último dia 10. 

"Ainda falta colher mais provas, mas com as que a gente tem, já é possível indiciar o Guilherme por homicídio doloso", afirmou o delegado. 

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Joaquim foi encontrado morto em rio; padrasto é suspeito

A mãe do menino, a psicóloga Natália Ponte, chegou na manhã à DIG de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Natália será ouvida pela terceira vez sobre a morte de Joaquim. De acordo com o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, algumas contradições entre o que ela diz e o que alega o companheiro, principal suspeito do crime, segundo a polícia, aumentaram muito.

Longo também deve ser ouvido nesta segunda-feira. Ele estaria em Ribeirão Preto, mas em outro local não revelado. A presença de Natália e Longo em Ribeirão pode significar também que a reconstituição do crime está para ser feita. A polícia já tem até um esquema de segurança preparado e que prevê o fechamento de algumas ruas próximas à residência da família.

Familiares do companheiro da psicóloga teriam ido de madrugada e retirado todas as homenagens que estavam na frente da casa onde morava o menino. Pelo menos é o que dizem vizinhos, que contaram que a retirada foi feita debaixo de chuva, quando o movimento praticamente não existia na rua.

No local será feita a reconstituição do caso. A polícia quer saber como Joaquim desapareceu do quarto e foi parar dentro do Rio Pardo. Ao fim do inquérito, Longo deve ser indiciado por homicídio doloso.

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