Moradores não puderam retornar ainda para apartamentos porque edifício não foi vistoriado pela prefeitura

Agência Brasil

Duas vítimas do incêndio que começou em uma academia instalada no andar térreo de um prédio comercial e se alastrou para um edifício residencial vizinho, na última sexta-feira (8), na região central da capital, permanecem internadas em estado grave. Ao todo, 100 moradores precisaram de atendimento no local e 30 foram encaminhados para três hospitais.

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Um homem de 70 anos permanece na UTI da Santa Casa de Misericórdia. Ele teve 15% da face queimada, ferimentos nas mãos, e está entubado para a preservação das vias aéreas. Segundo a assessoria de imprensa do Hospital das Clínicas, é grave o estado de saúde da criança internada no Instituto da Criança. Ela continua na UTI.

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Os moradores não puderam retornar ainda para os apartamentos porque o edifício não foi vistoriado pelos engenheiros da prefeitura de São Paulo. Eles estão abrigados em hotéis e na casa de parentes. Desde o fim de semana, eles se revezam na portaria do edifício, pois temem que seus bens sejam saqueados. Por este motivo, eles contrataram seguranças particulares para ficar no local durante a noite.

De acordo com a assessoria de imprensa da subprefeitura da Sé, está prevista para a tarde de hoje (11) uma vistoria nos imóveis atingidos.

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