Plano Diretor de São Paulo terá primeira audiência pública no sábado

Por iG São Paulo |

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Para ampliar a participação dos paulistanos, Câmara realizará quatro audiências, uma em cada região da cidade

Divulgação
Vereadores discutem em sessão plenária na Câmara Municipal de São Paulo

A Câmara Municipal de São Paulo inicia esta semana uma série de 45 audiências públicas para discutir o Plano Diretor Estratégico (PDE) com os cidadãos da capital paulista. A novidade desta vez é que quatro desses encontros acontecerão em regiões diferentes da capital com o objetivo de ampliar a participação. A audiência de abertura será nesta quinta-feira (24), às 19h, no prédio da Câmara, e a primeira macrorregional - como são chamadas as audiências que se deslocam para outras partes da cidade - acontecerá na zona leste no sábado (26), às 10h, no CEU Jambeiro, em Guaianazes.

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É por meio do Plano Diretor que a administração municipal diz como vai conduzir o crescimento da cidade ao atrelar assuntos distintos como mobilidade urbana, uso do solo, construção de moradias e até meio ambiente, definindo as diretrizes para construção de obras comerciais, residenciais e de mobilidade urbana.

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Além das 9 audiências públicas temáticas, realizadas na própria Câmara, haverão 31 audiências públicas locais, uma em cada Subprefeitura, e quatro macrorregionais, que, além da zona Leste, acontecerão na zona Sul (23 de novembro, no CEU Vila Rubi) e na zona centro-oeste (30 de novembro, no Sesc Pinheiros). As demais datas ainda serão marcadas pela Comissão de Política Urbana, presidida por Andrea Matarazzo (PSDB). O relator do projeto é o vereador Nabil Bonduki (PT).

O texto analisado pelos vereadores é de autoria da Prefeitura, que o entregou como uma minuta de lei para a Câmara. Foram recebidas 1,8 mil sugestões dos cidadãos que participaram dos encontros para discutir a cidade.

Entre as novidades apresentadas no novo projeto em agosto, estão incentivos fiscais para empregadores na zona Leste, restrição do número de vagas de garagens em novos empreendimentos, aumento do limite permitido para construção de torres perto de corredores e estações de metrô, tudo, segundo o prefeito Fernando Haddad (PT), para aproximar o empregador da moradia do trabalhador, “garantindo que as pessoas morem perto dos eixos de mobilidade, como corredores e estações de metrô, com menos vontade de ter carro”.

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