Única prova do crime teria sido o depoimento de um dos três adolescentes, apreendidos no dia 13 de agosto

Agência Estado
Os três adolescentes apreendidos sob suspeita de participar da morte do dentista Alexandre Gaddy Peçanha, de 41 anos, queimado após um assalto ao seu consultório em São José dos Campos, no interior paulista, devem ser soltos por falta de provas. A decisão é do juiz Marco César Vasconcelos e Souza, da Vara da Infância e Juventude.

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De acordo com o juiz, a única prova do crime teria sido o depoimento de um dos adolescentes, enquanto os demais negam envolvimento. A falta de prova pericial motivou a liberação dos jovens que estão detidos desde o dia 13 de agosto.

O crime foi cometido em 27 de maio. Outros dois homens suspeitos de participação no assassinato, de 23 e de 30 anos, seguem presos, ainda sem data definida para o julgamento.


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