Acusada de matar filhas vai para hospital psiquiátrico em São Paulo

Por Agência Estado |

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Ministério Público denunciou Mary à Justiça pelo assassinato das filhas. Mãe ficou internada por 19 dias

Agência Estado

Mary Vieira Knorr, de 53 anos, acusada de matar as duas filhas adolescentes em casa, no Butantã, zona oeste de São Paulo, foi transferida nesta quarta-feira (02), para o Hospital Psiquiátrico Pinel. A informação foi confirmada pelo Hospital Universitário, onde a mãe das garotas se encontrava desde o dia 14 de setembro, quando os corpos foram encontrados.

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O caso: Mãe é suspeita de matar as duas filhas na zona oeste de São Paulo

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Amigas das adolescentes supostamente mortas pela mãe choram em frente à casa da família no bairro do Butantã

Após 19 dias internada, Mary teve alta médica nesta quarta-feira. De acordo com a nota do hospital, Mary Knorr deu entrada no dia 14 de setembro, às 16h e permaneceu internada na Clínica Médica até a manhã desta quarta. "No momento da alta médica, o quadro clínico da paciente permanecia estável, com todas as funções vitais preservadas", informa o boletim.

Também nesta quarta-feira, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou Mary Vieira Knorr à Justiça pelo assassinato de Giovanna Knorr Victorazzo, de 14 anos, e Paola Knorr Victorazzo, de 13. Elas foram encontradas mortas com sinais de asfixia. O cachorro da família também foi achado morto, no banheiro, com um saco plástico na cabeça.

Se a juíza Lizandra Maria Lapenna acatar a denúncia do MP, Mary se tornará ré e responderá pelo crimes de homicídio duplamente qualificado - por meio cruel e recurso que dificultou a defesa das vítimas.

Entenda o caso

As duas adolescentes foram encontradas mortas em casa no sábado, 14 de setembro. Mary foi encontrada no chão da sala e, na ocasião, afirmou que havia matado as filhas e que queria morrer, segundo a polícia.

De acordo com as investigações, Paola e Giovanna foram vistas pela última vez na quarta-feira, dia 11. Já a mãe foi a uma festa de aniversário no dia seguinte e ainda apareceu passeando com o cachorro na sexta-feira, 13 de setembro, segundo vizinhos, um dia depois da data provável do crime, segundo a Polícia Civil.

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