Flores foram deixadas no portão junto com uma faixa que defende a inocência do principal suspeito dos assassinatos

O portão da casa da família Peseghini, na Vila Brasilândia, na zona norte de São Paulo, recebeu uma homenagem nesta quinta-feira (05), data em que a morte de cinco pessoas da mesma família no local completa um mês. Com os primeiros laudos sobre o crime já concluídos, a polícia segue apontando o garoto Marcelo Pesseghini, de 13 anos, como o principal suspeito da morte da mãe, pai, avó e tia-avó

Caso Pesseghini provoca discussão entre policiais sobre armas e filhos em casa

Homenagem nesta quinta-feira em frente a casa onde aconteceu a chacina na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo
Marcos Bezerra/Futura Press
Homenagem nesta quinta-feira em frente a casa onde aconteceu a chacina na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo

Flores e uma faixa que defende a inocência do principal suspeito foram deixadas em frente ao portão da residência. Ainda hoje, familiares das vítimas tiveram Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo para se inteirar dos laudos já divulgados.

Nesta semana, a diretora do DHPP, Elisabete Sato, disse que os laudos entregues pelo Instituto de Criminalística (IC) confirmam as suspeitas de que o estudante matou os familiares e depois se suicidou em sua residência.

De acordo com Elisabete, as perícias vão ao encontro dos depoimentos prestados pelas testemunhas ouvidas no DHPP. Ela disse que nem todos os laudos ainda foram analisados pela polícia e que poderá haver novos pedidos de esclarecimentos ao IC. Veja abaixo mais imagens do caso:

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"Nós podemos afirmar que eles (laudos) estão coerentes com a investigação realizada desde o início". Foram recebidos os laudos de confrontos balísticos, averiguação do local do fato, acústica, levantamento de ligações de telefones celulares, perícias sobre computador e tablet, armas apreendidas e exames necroscópicos.

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