Expectativa é que os laudos confirmem a versão policial de que o garoto foi o responsável pelo crime

Câmeras de segurança mostram momento em que garoto vai à escola no início da manhã
Futura Press
Câmeras de segurança mostram momento em que garoto vai à escola no início da manhã

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recebeu na segunda-feira (2) os laudos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal (IML) que apontam as circunstâncias em que os membros da família Pesseghini foram assassinados.

A suspeita da polícia é que o estudante Marcelo Pesseghini, de 13 anos, matou a tiros o pai, o sargento da Rota (tropa de elite da Polícia Militar) Luís Marcelo Pesseghini; a mãe, a cabo da PM Andréia Bovo Pesseghini; a avó, Benedita Bovo, 65, e a tia-avó, Bernadete Bovo, 55.

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Os detalhes sobre os laudos não foram divulgados pelo DHPP, que pedirá à Justiça mais 30 dias para concluir o casom, que o primeiro prazo de 30 dias previsto, acaba nesta quinta-feira. A expectativa é que os documentos confirmem a versão policial de que o garoto foi o responsável pelo crime.

Depois de ouvir 48 testemunhas e receber os laudos técnicos, o DHPP aguarda o resultado da avaliação psicológica do estudante, feita pelo psiquiatra Guido Palomba.

Imagens de câmeras de segurança mostram o menino indo para a escola na manhã seguinte às mortes e voltando de carona com o pai de um amigo.

Em depoimento, colegas de Marcelo afirmaram que ele contou sobre o crime aos amigos. Ao voltar para casa, na Brasilândia, na zona norte de São Paulo, o menino teria cometido suicídio.

*Com Agência Estado

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