Ninguém vai a protesto em defesa de Marcelo Pesseghini no DHPP

Por Agência Estado |

compartilhe

Tamanho do texto

Circulam na web comentários que rejeitam tese de que adolescente matou pais, avó, tia-avó, antes do suicídio

Agência Estado

Marcos Bezerra/Futura Press
Na internet, cerca de 700 pessoas tinham confirmado presença

Uma equipe de cerca de dez policiais do Grupo Especial de Resgate (GER) ficou de prontidão nesta sexta-feira (16) na entrada do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, pois havia ameaça de manifestação na frente do local em defesa a inocência do adolescente Marcelo Pesseghini, suspeito de assassinar os pais, a avó, a tia-avó e de se matar na casa da família, na Brasilândia, zona norte da capital paulista. O evento marcado pela internet teve confirmação de mais de 700 pessoas, mas não houve a presença de ninguém.

Leia também:
Polícia ouve diretora do colégio de Marcelo Pesseghini
Manifestantes marcam ato no DHPP em defesa de Marcelo Pesseghini

Os organizadores chegaram a orientar os participantes a irem vestidos de branco. Uma página criada por um apoiador da tese de que o estudante não cometeu os crimes descobertos no dia 5 já tem mais de 24 mil seguidores. O autor, que agendou o evento, informa ter criado o perfil "para todos aqueles que se admiram com a história absurda e manipuladora da mídia". Circulam na página comentários de rejeição aos indícios que desconstroem a imagem de bom garoto do filho do casal morto. São postadas fotos dos três em um ambiente familiar aparentemente saudável.

Leia tudo sobre: GERALigspMarcelo PesseghinicrimeSão PauloDHPPchacinaPMspolícia militarRota

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas