Polícia ouve sexto colega de menino suspeito de matar a família em São Paulo

Por Agência Estado |

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Com os depoimentos desta sexta-feira, ao todo, 31 pessoas já prestaram esclarecimentos sobre o caso

Agência Estado

Mais um colega de classe do estudante Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, suspeito de matar sua família, depôs na manhã desta sexta-feira (16) no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Por meio de sua assessoria, a Polícia Civil informou que não comenta os depoimentos do inquérito.

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Veja imagens do caso:

Polícia faz perícia na casa da família de PMs, assassinados na Vila Brasilândia. Foto: Edison Temoteo/Futura PressCâmeras de segurança mostram momento em que garoto vai à escola no início da manhã de segunda-feira (05). Foto: Futura PressFoto em site de relacionamento mostra casal de policiais militares e o filho. Foto: ReproduçãoCarro da polícia patrulha a rua da residência onde foram encontrados os cinco corpos (06/08). Foto: Marcos Bezerra/Futura PressViatura policial em frente a residência no dia (06), na Vila Brasilândia. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGCasa onde foram encontrados os cinco corpos no bairro da Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressPoliciais em frente a casa na Brasilândia, na manhã de terça-feira (06/08). Foto: Marcos Bezerra/Futura PressParte do portão e do muro da casa onde o corpos foram encontrados, na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressA porta de entrada da casa do policias encontrados mortos na segunda-feira (05/08). Foto: Marcos Bezerra/Futura PressAuto de lacração na casa onde foram encontrados os cinco corpos. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressDetalhe do portão da casa do policiais mortos em São Paulo. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressCasa onde foram encontrados os cinco corpos na segunda-feira (05/08), no bairro da Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressPoliciais em frente ao portão da casa na tarde de terça-feira (06), em São Paulo . Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGFachada da escola onde estudava o menino de 13 anos. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGA escola do garoto também fica na zona norte de São Paulo. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGO delegado Itagiba Vieira Franco, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga o caso . Foto: Eduardo Ferreira/Futura PressO delegado geral da Polícia Civil, Luiz Mauricio Blazeck chegando ao DHPP, na quinta-feira (8). Foto: Futura PressColégio Stella Rodrigues, na zona norte de São Paulo, onde estudava o garoto . Foto: Futura PressResidência da família Pesseghini amanheceu pichada na sexta-feira (09). Foto: Futura PressPedestres caminham e observam a casa número 42 da família Pesseghini, na sexta-feira (09). Foto: Carolina Garcia/iG São PauloFachada do colégio onde o menino estudava em São Paulo, uma semana depois do crime. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGMovimentação em frente ao colégio na volta às aulas (12/08). Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGMovimentação de policiais em frente a escola na Freguesia do Ó, em São Paulo, nesta segunda-feira (12). Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGMuros da casa pichados nesta manhã de segunda-feira (12). Foto: Wandeley Preite SobrinoPara chegar até a casa, pichadores precisaram pular os muros. Foto: Wandeley Preite SobrinoCasa ao lado direito da residência dos Pesseghini também foi pichada. Foto: Wandeley Preite SobrinoPortão da casa estava pichado desde a semana passada.. Foto: Wandeley Preite SobrinoMuro em frente à casa onde ocorreu o crime também foi pichada. Foto: Wandeley Preite SobrinoDona da casa reclamou das pichações em seu muro. Foto: Wandeley Preite SobrinoNotícia do crime completa uma semana nesta segunda-feira (12). Foto: Wandeley Preite SobrinoMoradora tenta apagar as pichações no muro de sua casa. Foto: Wandeley Preite SobrinoOração fixada no portão da casa onde aconteceu as cinco mortes em São Paulo. Foto: Wandeley Preite Sobrino

O garoto foi o sexto estudante da Colégio Stella Rodrigues, onde Marcelo estudava, a prestar depoimento nas investigações. Ainda nesta sexta-feira, o delegado responsável pelo caso, Itagiba Franco, vai ouvir o motorista da van que levava o menino até a escola. Com os depoimentos de hoje, ao todo, 31 pessoas já prestaram esclarecimentos sobre o caso. Segundo Itagiba, a polícia tenta traçar o perfil psicológico de Marcelo, principal e único suspeito até agora.

De acordo com as investigações, o garoto seria o responsável pelas mortes dos pais, o casal de PMs Luiz Marcelo e Andreia Regina Pesseghini, da avó e de uma tia-avó. Ainda segundo a versão policial, o garoto teria cometido os crimes na madrugada de segunda-feira (05), ido ao colégio pela manhã e, ao voltar para casa, se suicidado.

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Na próxima semana, a polícia pretende chamar Neiva Damaceno, médica que acompanhava Marcelo desde que ele tinha 1 ano, para depor. O garoto tinha fibrose cística, uma doença degenerativa, que controlava com tratamento. Devido ao diagnóstico, Marcelo tinha uma baixa expectativa de vida.

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