Com apoio da polícia, colégio onde estudava filho de PMs retoma as aulas em SP

Por Wanderley Preite Sobrinho , iG São Paulo | - Atualizada às

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Assédio da imprensa causou confusão na entrada dos alunos na zona norte; pais têm dúvidas da autoria do crime

Wanderley Preite Sobrinho/iG
Movimentação em frente ao colégio na volta às aulas

Os pais e colegas de escola do garoto de 13 anos suspeito de matar a família em São Paulo ainda duvidam da versão apontada pela polícia de que ele tenha matado a tiros o pai, a mãe, a avó e a tia e depois cometeu suicídio na semana passada na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Com reformço na segunça, as aulas na escola onde estudava o menino foram retomadas na manhã desta segunda-feira (12).

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Polícia faz perícia na casa da família de PMs, assassinados na Vila Brasilândia. Foto: Edison Temoteo/Futura PressCâmeras de segurança mostram momento em que garoto vai à escola no início da manhã de segunda-feira (05). Foto: Futura PressFoto em site de relacionamento mostra casal de policiais militares e o filho. Foto: ReproduçãoCarro da polícia patrulha a rua da residência onde foram encontrados os cinco corpos (06/08). Foto: Marcos Bezerra/Futura PressViatura policial em frente a residência no dia (06), na Vila Brasilândia. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGCasa onde foram encontrados os cinco corpos no bairro da Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressPoliciais em frente a casa na Brasilândia, na manhã de terça-feira (06/08). Foto: Marcos Bezerra/Futura PressParte do portão e do muro da casa onde o corpos foram encontrados, na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressA porta de entrada da casa do policias encontrados mortos na segunda-feira (05/08). Foto: Marcos Bezerra/Futura PressAuto de lacração na casa onde foram encontrados os cinco corpos. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressDetalhe do portão da casa do policiais mortos em São Paulo. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressCasa onde foram encontrados os cinco corpos na segunda-feira (05/08), no bairro da Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo. Foto: Marcos Bezerra/Futura PressPoliciais em frente ao portão da casa na tarde de terça-feira (06), em São Paulo . Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGFachada da escola onde estudava o menino de 13 anos. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGA escola do garoto também fica na zona norte de São Paulo. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGO delegado Itagiba Vieira Franco, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga o caso . Foto: Eduardo Ferreira/Futura PressO delegado geral da Polícia Civil, Luiz Mauricio Blazeck chegando ao DHPP, na quinta-feira (8). Foto: Futura PressColégio Stella Rodrigues, na zona norte de São Paulo, onde estudava o garoto . Foto: Futura PressResidência da família Pesseghini amanheceu pichada na sexta-feira (09). Foto: Futura PressPedestres caminham e observam a casa número 42 da família Pesseghini, na sexta-feira (09). Foto: Carolina Garcia/iG São PauloFachada do colégio onde o menino estudava em São Paulo, uma semana depois do crime. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGMovimentação em frente ao colégio na volta às aulas (12/08). Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGMovimentação de policiais em frente a escola na Freguesia do Ó, em São Paulo, nesta segunda-feira (12). Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGMuros da casa pichados nesta manhã de segunda-feira (12). Foto: Wandeley Preite SobrinoPara chegar até a casa, pichadores precisaram pular os muros. Foto: Wandeley Preite SobrinoCasa ao lado direito da residência dos Pesseghini também foi pichada. Foto: Wandeley Preite SobrinoPortão da casa estava pichado desde a semana passada.. Foto: Wandeley Preite SobrinoMuro em frente à casa onde ocorreu o crime também foi pichada. Foto: Wandeley Preite SobrinoDona da casa reclamou das pichações em seu muro. Foto: Wandeley Preite SobrinoNotícia do crime completa uma semana nesta segunda-feira (12). Foto: Wandeley Preite SobrinoMoradora tenta apagar as pichações no muro de sua casa. Foto: Wandeley Preite SobrinoOração fixada no portão da casa onde aconteceu as cinco mortes em São Paulo. Foto: Wandeley Preite Sobrino

O assédio da imprensa causou confusão em frente à escola Stella Rodrigues. Para evitar que os pais se manifestassem, a diretoria pediu que os alunos entrassem direto para a classe. Três viaturas da polícia foram chamadas para fechar a rua até que todos os alunos estivessem dentro do colégio.

Mesmo assim alguns pais falaram com a imprensa, embora preferissem não se identificar. A maioria disse que passou a semana passada acalmando os filhos e evitando que eles passassem muito tempo em frente à televisão. “A gente explicou que essas coisas não acontecessem sempre, não precisa ter medo”, afirmou um deles. “Minha filha ficou assustada, mas nós confiamos na escola.”

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Wanderley Preite Sobrinho/iG
Fachada do colégio onde o menino estudava em São Paulo

A direção da instituição de ensino anunciou a contratação de psicólogos para orientar e acalmar os alunos. “Não acreditamos que foi o menino”, afirmou outro pai. “Investiguem essa história”, aconselhou.

As aulas estavam suspensas desde a última terça-feira (6). As câmeras de segurança do Stellar Rodrigues registraram a chegada do garoto ao local. Segundo a versão policial, Marcelo matou a família, pegou o carro da mãe e foi até a escola, onde dormiu até a manhã de segunda-feira, quando entrou no colégio, estudou o dia todo, voltou para casa de carona e cometeu o suicídio.

Investigações

Até o momento, 20 pessoas prestaram depoimento à polícia. Além de ouvir mais pessoas, dois laudos devem ser divulgados esta semana: um vai apontar a distância dos disparos e o outro o horário em que as mortes ocorreram.

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