PM usa nova estratégia em mais um protesto contra Alckmin em São Paulo

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Documentos da empresa Siemens acusariam tucanos de darem aval para formação de cartel no metrô de São Paulo

Nova manifestação contra o governador Geraldo Alckmin, reúne 200 pessoas nesta sexta (2). Foto: Alice Vergueiro/Futura PressNova manifestação contra o governador Geraldo Alckmin, reúne 200 pessoas nesta sexta (2). Foto: Alice Vergueiro/Futura PressNova manifestação contra o governador Geraldo Alckmin, reúne 200 pessoas nesta sexta (2). Foto: Alice Vergueiro/Futura PressNova manifestação contra o governador Geraldo Alckmin, reúne 200 pessoas nesta sexta (2). Foto: Alice Vergueiro/Futura PressNova manifestação contra o governador Geraldo Alckmin, reúne 200 pessoas nesta sexta (2). Foto: Alice Vergueiro/Futura PressNova manifestação contra o governador Geraldo Alckmin, reúne 200 pessoas nesta sexta (2). Foto: Alice Vergueiro/Futura PressNova manifestação contra o governador Geraldo Alckmin, reúne 200 pessoas nesta sexta (2). Foto: Alice Vergueiro/Futura PressNova manifestação contra o governador Geraldo Alckmin, reúne 200 pessoas nesta sexta (2). Foto: Alice Vergueiro/Futura Press

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi alvo de um protesto, por conta das denúncias de formação de cartel no metrô, na noite desta sexta-feira (2) em São Paulo, que reuniu cerca de 200 pessoas, segundo a Polícia Militar. A PM tentou uma nova estratégia: formou um cordão e circundou os manifestantes no início do ato, às 19h, na Avenida Paulista. Até as 22h, houve apenas dois momentos de tensão. O primeiro ocorreu quando policiais lançaram spray de pimenta, na rua dos Belgas e o segundo quando manifestantes tentaram invadir a Assembleia Legislativa de São Paulo, no Ibirapuera.

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Este foi o terceira ato realizado em São Paulo na semana contra Alckmin - as outras ocorreram na terça-feira (30) e quinta (1). A concentração começou por volta das 18h, no Museu de Arte de São Paulo (Masp). Meia hora depois, o major Genivaldo Antônio abriu uma negociação para que não houvesse violência. "É um exercício de cidadania, mas precisamos manter a ordem."

Às 19h, o grupo bloqueou a Avenida Paulista, no sentido Consolação. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o congestionamento nesse horário foi de 266 km - o terceiro maior do ano. Em seguida, os manifestantes bloquearam a outra pista da Paulista, na altura da rua Pamplona, e continuaram caminhando. Às 20h, o grupo entrou na avenida Brigadeiro Luís Antônio, no sentido do centro. Na rua Conselheiro Carrão, um coronel negociou para que o bloco não voltasse para a Paulista

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Dois grupos de manifestantes passaram a divergir sobre o trajeto e se acusar mutuamente de apoiar a PM. Não houve acordo, e os manifestantes entraram na alameda Joaquim Eugênio de Lima até a Paulista. No cruzamento das vias, os manifestantes votaram a definição do trajeto e, por volta das 21h30, passaram a caminhar rumo à Assembleia Legislativa. Ao chegar na Assembleia, o grupo tentou invadir o prédio e a PM usou bomba de gás lacrimogênio para conter os manifestantes.

Além de pedirem a renúncia de Alckmin, o grupo exibia faixas contra o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB-RJ), por conta do desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, de 47 anos.

Caso Amarildo

Amarildo foi levado na viatura 6014 até à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, no último dia 14 de julho. Desde então, está desaparecido. Peritos encontraram sangue no porta-malas e no banco de trás do carro. Os primeiros exames confirmaram que o material no banco era de homem, mas não foi possível identificar a origem do que estava no porta-malas.

Imagens gravadas por câmeras de segurança mostraram o pedreiro no carro com a identificação 6014 e depois entrando na sede da UPP. A partir daí, ele não foi mais visto. Os policiais alegam que o liberaram, mas não há nenhum registro de sua saída da unidade.

*Com informações da Agência Estado


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