Manifestação contra Alckmin termina com vandalismo e prisões em São Paulo

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Parte dos manifestantes quebrou vidros de duas agências bancária e pichou carros ao invadir uma concessionária

Protesto contra o governador Geraldo Alckmin. Foto: Dario Oliveira/Futura PressConcessionária de carro também foi atacada. Foto: Futura PressManifestantes depredaram agência bancária. Foto: Futura PressPoliciais acompanharam o protesto desde o início. Foto: Futura PressCerca de 150 pessoas se concentraram no Largo da Batata, na zona Oeste. Foto: Futura Press

A Polícia Militar (PM) informou que 20 pessoas - cinco pela Rota e 15 pelo policiamento local - foram detidas na manifestação que começou no Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo, por volta das 18h desta terça-feira (30).

O grupo foi encaminhado ao 14º Distrito Policial, em Pinheiros, também na zona oeste, mas não foram informados os motivos das detenções. Segundo a PM, perto das 21h, os manifestantes começavam a se dispersar na avenida Teodoro Sampaio, que pouco antes estava bloqueada junto à avenida Dr. Arnaldo. Na Avenida Rebouças, parte dos manifestantes quebrou vidros de pelo menos duas agências bancária e pichou carros ao invadir uma concessionária.

Leia também: Alckmin defende atuação da PM no último protesto

No final da tarde, cerca de 300 manifestantes interditaram a avenida Rebouças, nos dois sentidos. A PM disse que o grupo se intitula como "Caras Pretas" e protesta contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e em apoio às manifestações no Rio de Janeiro.

*Com informações da Agência Estado

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