Alckmin defende atuação da PM em protesto

Por Agência Estado |

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Treze bancos, duas estações de metrô, três cabines da PM e um relógio público foram depredados

Agência Estado

Em defesa da atuação da polícia na manifestação da sexta-feira (26), que acabou em depredação, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta segunda-feira que a Polícia Militar (PM) acompanha os protestos na capital paulista e que as minorias infiltradas que promovem o vandalismo são, "às vezes, uma surpresa".

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Protesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressProtesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressProtesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressProtesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressProtesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressProtesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressProtesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressProtesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressProtesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressProtesto termina em destruição em São Paulo. Foto: J. Duran Machfee/Futura Press

Ao menos 13 bancos, duas estações de metrô, três cabines da PM e um relógio público foram depredados e um carro da Rede Record de Televisão foi queimado nas avenidas Paulista, Brigadeiro Luís Antônio e 23 de Maio na sexta-feira à noite.

"A polícia sempre tem procurado acompanhar as manifestações, até para dar segurança aos manifestantes, para garantir a integridade física deles, o livre-pensamento, defesa das suas ideias, toda a proteção. Por outro lado, às vezes é uma surpresa minorias infiltradas promovendo vandalismo", afirmou.

Alckmin ainda criticou a atuação dos grupos que depredam patrimônio privado e público. "É uma antítese da manifestação, a manifestação quer eficiência do gasto público, ela quer honestidade, ela quer trabalho, ela quer melhor qualidade de vida", disse.

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