Apesar da greve, sindicato promete ônibus em funcionamento nesta quinta-feira

Por Agência Estado |

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Entidade passa por processo eleitoral. Situação é contrária à greve, mas a oposição defende as paralisações na cidade

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O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo afirmou que a posição oficial da entidade é de não participar das paralisações programas pelas centrais sindicais para esta quinta-feira (11). Segundo a assessoria do sindicato, a entidade apoia as manifestações das centrais sindicais "por ser uma pauta dos trabalhadores que também atinge a categoria, mas não vai às ruas e nem interromper o transporte".

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Luiz Claudio Barbosa/Futura Press
Entidade afirmou, no entanto, que dificilmente poderá evitar ações similares às que ocorreram nesta quarta quando diversos terminais de ônibus da capital foram fechado pela oposição

"A participação do nosso Sindicato no Dia Nacional de Lutas será de forma pacífica nas ruas, em horários de baixo movimento e sem prejudicar nenhum trabalhador ou a população em geral", diz o presidente Isao Hosogi (Jorginho). A entidade afirmou, no entanto, que dificilmente poderá evitar ações similares às que ocorreram nesta quarta-feira quando diversos terminais de ônibus da capital foram fechados por representantes da ala de oposição do Sindicato.

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O sindicato passa por processo eleitoral e a votação que elegerá a nova liderança da entidade está prevista para começar hoje a partir das 0h, nas 32 garagens da capital. A situação é contrária à greve, mas a oposição defende as paralisações. 

"O Sindicato dos Motoristas de São Paulo esclarece que não reconhece como legítima a ação realizada hoje, por uma minoria dissidente, que mais uma vez paralisou vários terminais de ônibus na cidade, obrigando usuários a descerem e trabalhadores a abandonar os carros, com a ameaça de colocar fogo nos veículos", diz nota da entidade.

De acordo com o atual presidente, esse comportamento "demonstra total desespero dessa minoria, que pertence a Chapa 2, que já tentou de tudo porque não quer disputar de forma transparente e democrática a eleição da entidade", disse, em nota.

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