Protesto que foi marcado para a região da avenida Luís Carlos Berrini fez com que empresas dispensassem seus funcionários. Na internet, evento foi adiado para a próxima segunda-feira

Policiais Militares reunidos perto da sede da Rede Globo na tarde desta sexta-feira (14)
Dario Oliveira/Futura Press
Policiais Militares reunidos perto da sede da Rede Globo na tarde desta sexta-feira (14)

A divulgação de um novo protesto contra o aumento das passagens em São Paulo que aconteceria nesta sexta-feira (14), na região da avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, na zona sul de São Paulo, fez com que prédios comerciais da região anunciassem que vão dispensar seus funcionários mais cedo.

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Telefônica liberou seus funcionários às 15h
iG São Paulo
Telefônica liberou seus funcionários às 15h

O protesto, que não é organizado pelo mesmo movimento que fez as últimas manifestações, seria realizado nesta sexta-feira em frente à sede da Rede Globo, às 17h, mas, segundo o convite divulgado nas redes sociais, foi adiado para segunda-feira e vai acompanhar o outro grande protesto do Movimento Passe Livre (MPL).

A MPL esclareceu em nota afirmando que a manifestação divulgada para esta sexta-feira (14) não havia sido convocada pelo movimento e que a mesma foi desmarcada pelos seus organizadores.

Proteção metálica em frente a sede da Rede Globo nesta sexta-feira (14)
iG São Paulo
Proteção metálica em frente a sede da Rede Globo nesta sexta-feira (14)

Mesmo com o adiamento, empresas anunciaram que vão dispensar seus funcionários e fechar seus prédios antes do horário previsto. Diversos escritórios da região já mandaram sus funcionários para casa, como a empresa Telefônica, que dispensou seus funcionários às 15h.

Bares da região, como a Cervejaria Devassa, fecharam as portas e só reabrirão se não houver confusão. Escolas particulares da região também comunicaram os pais dos alunos que irão fechar suas portas mais cedo. 


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