Cresce número de mortes em avenidas fora do centro de São Paulo

Por Agência Estado |

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A situação foi pior na Estrada do M’Boi Mirim, na zona sul, onde houve aumento de 33% nas mortes, de 15 para 20

Agência Estado

Avenidas movimentadas fora da região central de São Paulo registraram mais mortes no ano passado, segundo estatísticas da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) divulgadas nesta quinta-feira (6). A Avenida Alcântara Machado, que compõe a Radial Leste, teve o maior crescimento entre as dez mais perigosas, passando de 1 morte em 2011 para 11 em 2012 - alta de 1.100%. Nela morreram seis motociclistas, dois pedestres e três motoristas ou passageiros de veículos.

A situação foi pior na Estrada do M’Boi Mirim, na zona sul, onde houve aumento de 33% nas mortes, de 15 para 20. As principais vítimas foram os pedestres: 9. Também morreram cinco motoristas ou passageiros e seis motociclistas. Na liderança, seguem as Marginais do Tietê (com 49 mortes, ante 56 em 2011) e do Pinheiros (com 27 mortes, ante 24 em 2011). A Radial Leste está em oitavo lugar no ranking das dez mais perigosas e a M’Boi, em terceiro. Outras avenidas da listagem são a Senador Teotônio Vilela, na zona sul, em quarto lugar, e a Jacu-Pêssego, na zona leste, na quinta colocação. O número total de vítimas em acidentes fatais em 2012 foi de 1.231 - em 2011 foram 1.365.

Mulheres
O relatório de acidentes fatais também mostra que a proporção de mulheres mortas no trânsito paulistano subiu de 18,% das vítimas em 2011 para 20,7% em 2012. Em nota, a CET diz que, "como há uma certa aleatoriedade nos fenômenos estatísticos, é arriscado afirmar que as mortes de mulheres vêm aumentando". O órgão informou que, para reduzir o número de mortes e acidentes, intensificou a fiscalização e ações educativas". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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