Polícia investiga pane no sistema de trens de SP, afirma governador Alckmin

Por Agência Brasil - |

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Princípio de incêndio na estação Brás causou pane entre 12h27 e 17h30 do último sábado

Agência Brasil

Edno Luan/Futura Press
Passageiros esperam trem em estação da Linha 9 da CPTM

A Polícia Científica de São Paulo já está investigando as causas da pane que no sábado (6) tirou de funcionamento cinco das seis linhas de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A afirmação é do governador do Estado, Geraldo Alckmin. Um princípio de incêndio no Centro de Controle de Operações da CPTM, na Estação Brás, obrigou a evacuação do prédio, e impediu que as linhas continuassem funcionando.

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De acordo com o governador, também participam da investigação a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, além da própria CPTM. “A pane está sendo investigada pela própria CPTM, pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos, pela Polícia Científica. Vamos aguardar a perícia. Não houve nenhum problema na ferrovia, não houve nenhum problema nos trens, foi um aquecimento de bateria que ocorreu no centro de controle e que vai ser investigado”, disse o governador depois de participar de um evento na manhã de hoje na capital paulista.

Alckmin informou que o governo irá investir em 2013 cerca de R$ 7 bilhões na CPTM, e que 105 novos trens estão sendo entregues. Segundo ele, o número de incidentes nas linhas da empresa é um dos menores do mundo.

A pane durou das 12h27 às 17h30. Apesar de o Plano de Apoio entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência (Paese) – que substitui os trens por ônibus durante problemas nas linhas – ter sido acionado, os passageiros enfrentaram problemas para se locomover.

No Terminal Barra Funda, um dos maiores da cidade, houve filas para pegar os ônibus do Paese. Com a ausência dos trens, parte dos passageiros preferiu optar pelo metrô. No entanto, nem todos tinham bilhetes apropriados, o que causou filas enormes nos guichês.

A CPTM atende a 89 estações em 22 municípios, ao longo de 260,8 quilômetros de linhas operacionais.

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