Trânsito provocou mais de mil mortes na capital paulista no ano passado

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Embora número seja alto, estudo da CET mostra que houve redução de 9,8% em relação aos acidentes em 2011

Agência Brasil

Roberto Vazquez/Futura Press
Carro bate em mureta da pista local da Marginal Tietê em São Paulo (SP), próximo a ponte dos Remédios

Os acidentes de trânsito e atropelamentos provocaram a morte de 1.231 pessoas na capital paulista em 2012, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (13) pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). De acordo com o Relatório Anual de Acidentes de Trânsito Fatais, houve uma redução de 9,8% em relação a 2011, quando foram registradas 1.365 mortes. Segundo a CET, a queda do índice geral de mortes no trânsito é reflexo da diminuição das mortes de pedestres e motociclistas.

As mortes por atropelamentos caíram 12,5%. No ano passado, 540 pedestres morreram no trânsito paulistano. Em 2011, o total chegou a 617. Em relação aos motociclistas, foram 74 mortes a menos em 2012 em relação ao ano anterior, que teve 512 mortes. Os números mostram uma redução de 14,4%.

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Já ciclistas e motoristas/passageiros tiveram leve acréscimo nas taxas. Foram três mortes a mais de ciclistas no ano passado, passando de 49 para 52 vítimas do trânsito. O total de motoristas e passageiros mortos em acidentes, por sua vez, chegou a 201 ante 187 no ano anterior, uma elevação de 7,5%.

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Os homens (79,3%) são maioria entre os mortos em acidentes de trânsito em São Paulo. A prevalência do sexo masculino ocorre em todos os tipos de usuários. Entre os ciclistas, eles representam 98,1% dos mortos. O percentual também é alto entre motociclistas, com 92,9%. Entre motoristas e passageiros, a taxa de homens mortos é 80,6%.

No caso das mortes por atropelamento, as mulheres representam 34,1% das vítimas, com um total de 184 registros, e os homens, 65,9% (356 óbitos).

A idade média das mortes no trânsito é 39 anos. Entre os motociclistas, a média é mais baixa, 29 anos, e entre pedestres, sobe para 50 anos.

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