PM morre durante troca de tiros com investigadores do Garra em São Paulo

PM teria pensado que era vítima de um ataque e disparou contra a viatura descaracterizada da Civil; policiais à paisana procuravam ladrões de carga no Grajaú, na zona sul

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O soldado PM Geraldo Alves Cruz, de 48 anos, da Força Tática do 50º Batalhão da Polícia Militar, foi baleado e morto, na noite desta segunda-feira (3), ao trocar tiros com dois policiais civis do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) na rua Jequirituba, no Parque Grajaú, zona sul da capital paulista.

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Edu Silva/Futura Press
Soldado Geraldo Cruz estava de folga e trabalhava no 50º Batalhão da Polícia Militar


À paisana, o PM conversava com seis amigos quando o grupo gerou suspeita nos dois agentes da Polícia Civil. Os investigadores, em uma viatura descaracterizada, faziam diligência na região à procura de ladrões de carga. Ao perceberem a aproximação dos desconhecidos, dois dos que estavam ao lado do soldado, ambos recém-chegados do Nordeste, correram.

Sem saber que os dois ocupantes da Parati eram policiais civis, Geraldo resolveu sacar a arma, possivelmente pensando que seria alvo de um ataque. No tiroteio, o soldado foi atingido várias vezes. Mesmo levado para o pronto-socorro do Grajaú, ele não resistiu e morreu.

Geraldo tinha 20 anos de corporação, era casado e deixa um filho, tenente do Exército. A ocorrência foi encaminhada à Corregedoria da Polícia Civil.

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