Nova noite violenta deixa mais de 10 mortos em SP e região metropolitana

Onze casos de execução foram registrados entre a noite de sexta-feira e madrugada de hoje. Em três dias, pelo menos 22 pessoas morreram em ataques na capital e Grande SP

iG São Paulo |

Edu Silva/Futura Press
Homens abriram fogo contra um grupo em frente a um bar, em Carapicuíba, na Grande SP

Onze pessoas morreram e três ficaram feridas na terceira noite violenta consecutiva, entre a noite de sexta-feira (26) e a madrugada de sábado, em São Paulo e região metropolitana. As informações são da Polícia Militar.

Ontem:  Polícia registra sete mortes em mais uma noite violenta em São Paulo

As ocorrências registradas na capital paulista ocorreram todas em bairros da zona leste. Ao todo, sete foram baleados, sendo que cinco não resistiram e morreram no local. Já na Grande São Paulo, outras sete pessoas foram alvejadas e, entre elas, apenas uma sobreviveu.

Quinta-feira:  Três são mortos e seis ficam feridos após morte de PM em São Paulo

Segundo a Polícia Militar, não houve ocorrências envolvendo PMs. Essa é a terceira noite violenta consecutiva na região de São Paulo. Entre a noite de quinta-feira e a madrugada de sexta, 11 pessoas foram baleadas, com sete mortes.

Carapicuíba

Um dos casos registrados na Grande SP foi uma nova chacina em Carapicuíba. A PM informou que homens armados em um carro abriram fogo contra um grupo em frente a um bar, na esquina da rua Canelinha com a estrada Jacarandá, na Vila Nova Carapicuíba. O crime ocorreu no final da noite de hoje. Durante o ataque, quatro homens foram atingidos e morreram no pronto-socorro da Vila Dirce.

Combate à violência

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, disse ontem que a estratégia de combate à violência em São Paulo está correta. “Não há estratégia dando errada. A estratégia tem dado certo”, afirmou.

Ele também descartou a necessidade de as Forças Armadas auxiliarem as ações policiais neste momento no estado. “São Paulo é auto-suficiente. A polícia de São Paulo é preparadam, tanto a civil quanto a militar.”

*Com Agência Brasil

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