Prédio onde ex-coronel Ubiratan foi morto passa por perícia em São Paulo

Ubiratan Guimarães foi assassinado em setembro de 2006. A única acusada pelo crime é a ex-namorada do militar, a advogada Carla Cepollina

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Uma nova perícia acontece nesta sexta-feira (5) no prédio onde o ex-coronel da Polícia Militar, Ubiratan Guimarães, foi assassinado em setembro de 2006. A análise foi determinada pelo juiz do 1º Tribunal do Júri do Fórum da Barra Funda, Bruno Ronchetti. O apartamento onde ocorreu o crime fica na esquina da rua José Maria Lisboa e a avenida Nove de Julho, na zona oeste de São Paulo.

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AE
Carla Cepollina em foto de 2006, cercada pela imprensa, ao chegar para prestar depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP),

O promotor João Carlos Calçavara estará presente assim como o advogado de defesa, o advogado Eugênio Carlo Balliano Malavasi, afirma o Ministério Público de São Paulo. A única acusada pelo crime é a ex-namorada do militar, a advogada Carla Cepollina . A avaliação teve início às 16h desta sexta-feira. O porteiro que trabalhava no edifício na noite do assassinato deve participar deste desdobramento do caso e prestar novos depoimentos.

Ubiratan, que comandou a invasão ao Carandiru em 1992, provocando 111 mortes no Pavilhão 9, foi morto com um tiro na barriga. De acordo com a polícia, a advogada é a única responsável pela morte do ex-coronel. Ela foi vista entrando no apartamento na data do crime. Cepollina responde ao processo em liberdade. A defesa da advogada nega a acusação e diz que uma pendência jurídica pode cancelar o júri.

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