Metroviários de São Paulo aprovam greve a partir de quinta-feira

Categoria optou pela paralisação a partir do dia 4 de outubro após reunião. Na terça (3), funcionários devem decidir se serviço será interrompido ou se as catracas serão liberadas

iG São Paulo | - Atualizada às

AE
Acúmulo de passageiros em ponto de ônibus na Estação Conceição (maio/2012)

Os metroviários de São Paulo aprovaram em assembleia, realizada na noite de quinta-feira (27), greve por tempo indeterminado a partir do dia 4 de outubro. De acordo com o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, a intenção é liberar a entrada da população sem cobrança de tarifa. Sen avanço nas negociações, a categoria deve cruzar os braços pelo segunda vez no ano

Caso os funcionários sejam ameaçados pela empresa de pagar as passagens não cobradas, contudo, a greve deve acontecer de forma tradicional, com a paralisação da operação. Os trabalhadores têm nova assembleia marcada para a próxima quarta-feira (03).

"A assembleia vai servir para avaliar eventual proposta que seja apresentada pelo Metrô ou, caso não tenha proposta, para organizar a greve", disse o diretor de comunicação do sindicato, Ciro Moraes. Como parte do processo de mobilização, será distribuída "carta aberta à população" na Sé, nesta tarde a partir das 17h.

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"Aguardamos o bom senso do governo do Estado e do Metrô, para que revejam sua intransigência", disse Moraes. Segundo ele, deixar as catracas livres para entrada dos usuários do Metrô sem cobrança é um "desafio" ao governo e à empresa.

A categoria está em estado de greve desde o último dia 13 e deu prazo até ontem (27) para que o Metrô apresentasse proposta que agrade aos funcionários . Segundo o sindicato, a companhia não teria oferecido nenhuma mudança em sua proposta. Procurado, o Metrô ainda não se manifestou sobre as propostas à categoria, nem sobre a greve.

*com AE

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