Motorista de Camaro que matou uma pessoa vai a júri popular

Felipe de Lorena Infante Arenzon é acusado de ter matado uma pessoa após uma série de batidas com seu Camaro, após sair de casa noturna em São Paulo

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O jovem Felipe de Lorena Infante Arenzon, acusado de ter matado uma pessoa, após uma série de batidas com seu Camaro de R$ 200 mil, será levado a júri popular. A sentença de pronúncia, do juiz José Augusto Nardy Marzagão, foi tomada na semana passada, mas não houve decretação de prisão.

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Enterro do motorista Edson Domingues, que teve 90% do corpo queimado após acidente

Em setembro do ano passado, com sinais de embriaguez, Arenzon dirigia seu Camaro quando atingiu seis veículos e deixou três feridos e um morto, em São Paulo. O jovem saía de uma casa noturna na Barra Funda, na zona oeste. Os acidentes começaram na Avenida Sumaré.

Ele bateu em quatro veículos e só parou após atingir mais dois na Avenida Inajar de Souza, na zona norte. Especialistas calcularam que ele trafegava a mais de 120 km por hora. Todos os acidentes aconteceram em menos de uma hora, em um trajeto de 8,5 km. Ele desceu do carro e ainda tentou fugir a pé, se escondendo em uma casa na região. Entre as vítimas, estava o motorista Edson Roberto Rodrigues, que teve 90% do corpo queimado depois que sua Towner foi atingida e pegou fogo. Ele morreu depois de cinco dias na UTI .

Arenzon, então com 19 anos, se negou a passar pelo teste de bafômetro. Exames clínicos posteriores teriam comprovado seu estado de embriaguez. Foi preso, mas pagou fiança de R$ 245 mil para responder ao processo em liberdade . As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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