Anvisa libera produtos suspeitos de causar botulismo no interior de São Paulo

Segundo exames laboratoriais, resíduos de milho verde em conserva da marca Quero e mortadela Estrela não tinham a presença da toxina causadora da doença

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o consumo de lotes de milho e mortadela suspeitos de provocar botulismo em uma família em Nova Canaã Paulista (SP) . Exames laboratoriais não identificaram a presença da toxina em resíduos de alimentos disponíveis na casa dos pacientes, incluindo as amostras de mortadela e de uma lata vazia de milho.

As investigações devem continuar para identificar a causa da contaminação. O milho verde em conserva da marca Quero, com validade até junho de 2014, lote 300437, e mortadela Estrela, com validade até 13 de outubro, foram liberados.

As investigações começaram após o diagnóstico. Pai, mãe e dois filhos chegaram ao hospital com vômito, diarreia, dificuldade de locomoção e visão embaçada. Benedito José dos Santos, de 38 anos, Elisete Garcia, de 30, e os filhos Juliana Bruna, de 12, e Cristiano, de 9, receberam um soro específico contra o botulismo graças a uma operação da Polícia Militar e de outros órgãos.

O soro estava na capital paulista e foi levado para o interior em um helicóptero. Sem a mobilização, o estado de saúde das vítimas teria se agravado. A família recebeu alta após o tratamento. O botulismo pode ser fatal.

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