Segundo a polícia, um dos artefatos usados na ação tinha potencial explosivo. Em uma ligação, os criminosos avisaram os vendedores: "Quero só ouro. Não quero prata"

Agente do Gate entra na joalheria Guerreiro, após assalto nesta sexta-feira
Mauricio Camargo/Futura Press
Agente do Gate entra na joalheria Guerreiro, após assalto nesta sexta-feira

Assaltantes usaram uma refém para assaltar uma joalheria na rua Oscar Freire, nos Jardins, em São Paulo. Segundo a Polícia Militar, a mulher foi rendida em seu carro na região do Morumbi, na zonal sul da capital, e teve amarrado em seu corpo um cinturão com artefatos semelhantes a explosivos. Ela também foi obrigada a carregar uma caixa que teria explosivos.

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De acordo com a polícia, a mulher foi obrigada a entrar na joalheria Guerreiro e entregar aos funcionários do local um celular. "Quero só ouro. Não quero prata", disse o assaltante ao vendedor, segundo uma testemunha. Joias e relógios foram colocados em uma sacola e entregues aos assaltantes, que fugiram com o carro da vítima.

O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da Polícia Militar, foi acionado para verificar as supostas bombas. A polícia inspecionou os dois artefatos e notou que que não havia detonadores. Na caixa, que continha pólvora de fogos de artifício, foi detonada pelos agentes.



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