Armas apreendidas que estavam com a Justiça são incineradas em São Paulo

Cerca de 1.400 armas de fogo foram queimadas com a presença do governador Alckmin e do ministro da Justiça, Cardozo

Agência Brasil |

AE
O ministro Cardozo e o governador Alckmin assistem incineração de armas
Cerca de 1.400 armas de fogo foram incineradas nesta sexta-feira (27), em uma metalúrgica de Osasco, na região metropolitana de São Paulo. A ação fez parte de um projeto do governo estadual e do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que previa acabar com o acervo de armas e munições apreendidas, como forma de contribuir para a Campanha Nacional de Desarmamento.

As armas eram parte restante de 60 mil peças, além de 100 mil munições, que estavam sob a posse do Poder Judiciário.

Metade das armas em circulação no País é ilegal, diz instituto

Na mesma ocasião, foi assinado um convênio entre o governo do estado e o TJSP para o armazenamento das armas apreendidas e posterior destruição, em dez batalhões. O convênio prevê que as armas sejam preparadas para a incineração.

"As armas que não eram destruídas ficavam nos fóruns e havia muito roubo nos finais de semana. Com esse protocolo, o fórum não terá mais armas e, quando o processo for encerrado, elas serão destruídas", disse o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que o governo federal assumiu a diretriz de incentivar a destruição de armas e o TJSP sai em posição de vanguarda ao incinerar as armas apreendidas.

“Considero histórico o trabalho que está sendo feito pelo Tribunal de Justiça. A quantidade de armas que está sendo retirada de circulação é um exemplo para o País. Queremos levar esse exemplo para outros tribunais. Com esse gesto, milhões de vidas serão poupadas no futuro”.

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