SP tem quatro mortes por H1N1; total vai a 33 no país

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O Estado de São Paulo registrou nesta sexta-feira quatro mortes pela gripe H1N1, elevando para 33 o número de vítimas fatais da doença no país. Na capital, foi confirmada a morte de uma menina de quatro anos com histórico de problemas respiratórias. A morte foi no dia 19, informou a Secretaria Estadual de Saúde.

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Também em São Paulo, morreu um homem, de 58 anos, com graves problemas hepáticos. A internação foi no dia 1o e o óbito no dia 21.

Em Campinas, no interior paulista, foi confirmada a morte de uma mulher de 20 anos, grávida de sete meses. Moradora de Cosmópolis, no interior paulista, a paciente foi internada em Campinas no dia 17 e faleceu no dia 21.

A outra vítima na cidade é uma mulher de 37 anos que faleceu no dia 23, três dias após ser internada. De acordo com a pasta, ela não viajou a países que apresentam grande número de casos e não fazia parte do grupo de risco --gestantes, obesos ou pessoas com doenças anteriores ou em tratamento.

Nesta sexta-feira, o Ministério da Saúde havia corrigido o número de mortes pela nova doença. A pasta havia informado, na quinta-feira, que o país registrava 34 óbitos, mas retificou a informação.

Segundo o ministério, "por um erro técnico, foram computadas 5 mortes a mais no Estado do Rio Grande do Sul", o que deixava o Estado com maior número de vítimas fatais do país.

O número correto de mortes pela doença no Estado é de 11 pessoas e não 16, segundo o ministério, que não especificou o tipo de erro que levou a contabilizar mais óbitos no Rio Grande do Sul.

Do total de mortes, 14 aconteceram em São Paulo, 11 no Rio Grande do Sul, 5 no Rio de Janeiro e 1 no Paraná.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, de 25 de abril a 18 de julho foram confirmados no país 1.566 casos da nova gripe, conhecida popularmente como "gripe suína".

Nesta sexta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a pandemia da gripe H1N1 já se espalhou para cerca de 160 países e matou aproximadamente 800 pessoas.

(Por Maria Pia Palermo e Hugo Bachega)

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