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SP poderia dobrar controle de vôo em 4 anos, diz coronel

O controle de tráfego aéreo em São Paulo avança mais rápido que a infra-estrutura. Se o crescimento do setor aéreo dependesse só do controle de tráfego, nos próximos quatro anos a Área de Controle da Terminal São Paulo - que abrange uma área que vai do Aeroporto de Congonhas, na capital, ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas -, estaria apta a absorver até o dobro de vôos que são realizados hoje.

Agência Estado |

“Não poderíamos esperar a infra-estrutura. Saímos na frente. Estamos preparados para uma possível demanda”, afirmou o chefe do Serviço Regional de Proteção ao Vôo de São Paulo (SRPV-SP), coronel Jeferson Ghisi Costa. De janeiro a dezembro de 2007, o setor aéreo no País cresceu 11,9%.

Hoje a Área de Controle de São Paulo atende a 1.700 vôos diariamente. Segundo a Aeronáutica é o espaço mais sobrevoado da América do Sul. Mas, para que o crescimento do setor ocorra sem obstáculos, é preciso ampliar a infra-estrutura em solo, com mais pátios para estacionamento de aeronaves e pistas. O avanço técnico já suporta até um terceiro aeroporto na região metropolitana - uma das promessas do governo Lula.

Para o especialista em infra-estrutura aeroportuária e professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) Cláudio Jorge Pinto Alves, a solução para São Paulo é investir no Aeroporto de Campinas. “Congonhas já está no limite e Guarulhos também não deve crescer muito mais.” A ressalva é que não basta ampliar o aeroporto: tem de haver um acesso rápido, como um trem, para que exista interesse dos passageiros.

A Aeronáutica apresentou ontem a torre de controle reformada de Congonhas, que ganhou equipamentos mais modernos e começa a operar hoje. Agora, todas as telas são sensíveis ao toque, o que acelera o trabalho dos controladores. O investimento foi de R$ 3,5 milhões. Há dois anos, o Controle de Aproximação da área (APP), que monitora todos os aviões que sobrevoam a área, também passou por revitalização. Outros 18 APPs devem ser modernizados até o fim de 2010, além das torres de controle dos Aeroportos de Campo Grande e de Fortaleza. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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