Diante do segundo vazamento de gás nas proximidades da ponte do Piqueri num período de oito dias, a Prefeitura de São Paulo divulgou nota informando que avalia junto com os engenheiros da Comgás as causas do acidente. Já a Comgás disse em nota que, no caso do incidente ocorrido na manhã de hoje, na Av.

Raimundo Pereira de Magalhães, não recebeu nenhuma solicitação de cadastro atualizado da rede de distribuição de gás natural canalizado da empresa. Segundo a nota, a entrega do cadastro dessa rede é feita, em geral, em 24 horas, após a solicitação e, em até duas horas em casos de urgência.

A Prefeitura também afirmou que a obra de revisão geométrica da via que está sendo realizada no local objetiva melhorar o acesso à ponte do Piqueri pela Raimundo Pereira de Magalhães. A obra foi iniciada em abril de 2008 e deve ser concluída em setembro deste ano. Devido ao vazamento de gás, a pista local da Marginal Tietê, sentido Castelo Branco, ficou interditada durante 30 minutos.

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