Soninha decide não explicar denúncia contra vereadores

A vereadora Soninha Francine (PPS), candidata derrotada à Prefeitura da capital paulista, decidiu não responder ao pedido de explicações protocolado em setembro na 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo pelo vereador Adilson Amadeu (PTB). A assessoria jurídica do petebista espera ser notificada pela Justiça antes de se manifestar.

Agência Estado |

No entanto, existe a possibilidade do caso ser levado novamente à Justiça como queixa-crime.

Amadeu esperava que Soninha esclarecesse as acusações que fez no dia 5 de setembro, em sabatina do Grupo Estado . Ela afirmou que "na pior das hipóteses, recebe-se dinheiro" para aprovar projetos na Câmara Municipal. Sem citar nomes, a então candidata à Prefeitura disse ainda que vereadores votam "em função do que receberão em troca".

Na Casa, Soninha responde a uma representação do vereador Carlos Apolinário (DEM), que pede sua cassação por quebra de decoro parlamentar. Ao documento foram anexadas reportagens do jornal O Estado de S. Paulo com as declarações da então candidata. O relator da ação, vereador Milton Leite (DEM), decidiu pelo arquivamento após ouvir Soninha. Segundo ele, porém, houve um pedido de vista e a corregedoria ainda não finalizou o processo.

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