Sobe para 7 total de mortes por gripe H1N1 no Brasil

SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil registrou mais três mortes pela gripe H1N1 nesta quinta-feira, o que eleva para sete o total de vítimas fatais pela doença no país. As três novas confirmações de mortes ocorreram no Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. O caso paulista ocorreu em Osasco, onde uma morte já havia sido registrada. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde, trata-se de um rapaz de 21 anos.

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No Rio de Janeiro, o primeiro caso fatal foi confirmado em uma mulher de 37 anos, que morreu no dia 13 de julho, seis dias após ser internada, informou a Secretaria Municipal do Rio, que está investigando os contatos da paciente para descobrir como houve o contágio.

O caso no RS foi confirmado pela Santa Casa de Uruguaiana, onde a vítima, um caminhoneiro, estava internada. O homem, de 35 anos, morreu por volta das 3h da madrugada desta quinta-feira, informou Ana Maria del Lito, diretora-administrativa da Santa Casa de Uruguaiana.

O caminhoneiro esteve na Argentina no final de junho e começou a apresentar os sintomas da doença por volta de 1o de julho.

Segundo a diretora, exames atestados pela Fiocruz, no Rio de Janeiro, confirmaram que o homem havia contraído a gripe H1N1, popularmente conhecida como gripe suína.

Ele é a terceira vítima fatal da doença no Rio Grande do Sul. São Paulo registrou outras três mortes pela gripe H1N1 e o Rio confirmou a primeira morte no Estado.

O número de infectados pela gripe H1N1 no Brasil chegou a 1.175 na quarta-feira, com a confirmação de 148 novos casos da doença, segundo o Ministério da Saúde.

Desse total, 334 contágios ocorreram dentro do país, mas o ministério diz ainda não ter evidências suficientes para declarar transmissão sustentada do vírus no país.

(Reportagem de Fabio Murakawa, Hugo Bachega e Tatiana Ramil)

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