Sobe para 39 total de feridos pelo fogo em prisão na PB

Subiu para 39 o número de feridos em um incêndio no pavilhão três do Presídio do Roger, em João Pessoa. Cinco detentos morreram carbonizados.

Agência Estado |

O incêndio foi provocado por dois presidiários que se desentenderam e iniciaram um tumulto queimando colchões.

O Secretário de Administração Penitenciária, Rosvelt Vita disse que o ocorrido não foi uma rebelião e sim uma tentativa de fuga abortada pelos agentes penitenciários, uma vez que o incêndio aconteceu em apenas um dos pavilhões da unidade: "Não houve refém, não houve reivindicação e não se tratava de rebelião", disse Vita.

Ele acredita que a ação foi planejada por meio de telefone celular, cujo controle é impossível de ser feito apesar da revista rotineira. Segundo ele, os visitantes encontram estratégias para burlar a fiscalização: "Não há como evitar entrada de celulares no presídio", disse.

A tragédia no presídio do Roger, segundo o secretário, foi apenas "uma cortina de fumaça" para tirar de foco uma possível fuga do detento carioca, Jackson Pereira da Silva, que é suspeito de ligações com Comando Vermelho e foi transferido para um presídio de segurança máxima.

Na confusão de hoje, um presidiário, ainda não identificado conseguiu fugir. A fuga foi testemunhada por um policial de plantão numa das guaritas de segurança. Dois mortos já foram identificados: Wilson Barbosa e Osias Marques. A deformação causada pelo fogo impediu até agora a identificação de três corpos.

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