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Sobe para 35 o número de mortos pela violência no Rio de Janeiro, aponta PM

RIO DE JANEIRO ¿ De acordo com o Polícia Militar do Rio de Janeiro, 35 pessoas já morreram em conflitos entre policiais e supostos traficantes de drogas desde os conflitos iniciados na madrugada do último sábado no Morro dos Macacos. De manhã, http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/10/23/encontrados+4+corpos+em+favela+da+zona+oeste+do+rio+8918922.html target=_topseis corpos foram encontrados na Favela do Fumacê, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro.

Redação |


Durante o dia, 13 pessoas foram presas e seis pistolas e quatro menores foram apreendidos. Durante uma operação do 16º Batalhão, na Vila Cruzeiro, três homens foram baleados e conduzidos ao Hospital Getúlio Vargas.

Ao todo, além dos 35 mortos, a polícia contabiliza 38 armas e cinco granadas apreendidas, além de 58 presos ou apreendidos.

Helicóptero em operações

O comandante do Grupamento Aéreo Marítimo (GAM) da Polícia Militar do Rio, Eduardo Luiz Ribeiro, anunciou nesta sexta-feira que os voos de helicóptero em operações policiais estão suspensos até a chegada da aeronave blindada e da compra do novo material de voo para os policiais.

O comandante esteve na missa de sétimo dia do cabo Izo Gomes Patrício e dos soldados Ediney Canazarro de Oliveira e Marcos Stadler Macedo, mortos no helicóptero abatido por traficantes no último sábado.

O capitão Marcelo Vaz, de 38 anos, piloto da aeronave, esteve na cerimônia e disse que apenas cumpriu sua "missão de piloto" ao evitar que o helicóptero atingisse casas. Ele lembrou que teve de conduzir a aeronave ao som dos gritos dos colegas baleados.

Futura Press

Helicóptero fez pouso forçado em campo de futebol após ser atingido por tiros

Vaz contou que o helicóptero já havia sobrevoado duas vezes o Morro São João para resgatar policiais feridos. Na "terceira entrada" a aeronave foi atingida. O capitão, piloto da polícia há seis anos, contou que sentiu o impacto da bala, ouviu os gritos da tripulação de que havia fogo e um outro helicóptero, que dava apoio, também o avisou sobre as chamas. "Precisei levar a máquina para um local seguro, porque era minha função de piloto. Eu estava em pane".

O capitão Marcelo Mendes, que foi baleado no pé e teve queimaduras no peito, também compareceu à cerimônia. O cabo Anderson Fernandes dos Santos permanece internado no setor de tratamento de queimados do Hospital da Aeronáutica e seu estado é considerado estável.

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