Sobe para 11 o número de mortos pelas chuvas no Rio Grande do Sul

PORTO ALEGRE - Subiu para 11 o número de mortos em decorrência das enchentes ocorridas nos últimos dias na região sul do Rio Grande do Sul. Segundo a Defesa Civil do Estado, o último óbito confirmado foi de Priscila Lopes Pereira, 26 anos. O corpo estava próximo ao Arroio Fragata, na BR 116, e a causa da morte seria afogamento. Até a tarde desta sexta-feira, 14.698 pessoas foram afetadas pelas chuvas, 2.236 ficaram desalojadas e 1.085 desabrigadas.

Redação com Agência Estado |

Já o corpo do maquinista desaparecido na madrugada de quinta-feira, foi encontrado nesta sexta-feira pela manhã. Adão Luiz Martinez de Almeida, 49 anos, foi encontrado nas proximidades do local onde a locomotiva descarrilou.

AE
Rua da cidade de Pelotas é vista alagada na manhã desta sexta-feira

Em nota, a Defesa Civil confirma que as outras mortes confirmadas até o momento são: Vilmar Silva, 53 anos Gustavo Medeiros Mathias, 1 ano Darci Rocha da Silva, 72 anos Eva Alves Mendes, 52 anos Pedro Rodrigues, 54 anos Ivanir Castro, 43 anos José Fagundes de Andrade, 51 anos Osmar Renato Cruz Costa, 17 anos Leandro Marques Ferreira, 25 anos

Ainda há bloqueios impedindo o tráfego na região sul, mesmo após liberação de alguns trechos de rodovias. A passagem pelo quilômetro 527 da BR-116, entre Pelotas e Jaguarão, ficará interrompida por pelo menos seis meses, até que a ponte sobre o arroio Fragata, levada pela enxurrada, seja reconstruída.

Moradores tentam salvar pertences após enchente em Pelotas/ Foto: AE

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) liberou o quilômetro 16 da BR-293, entre Bagé e Capão do Leão, mas recomenda aos motoristas das duas cidades que nem iniciem viagem se o destino for Pelotas porque, para isso, teriam de sair da rodovia e trafegar pelo trecho interrompido da BR-116.

Em outra estrada federal que passa por Capão do Leão, a BR-392, o tráfego permanece interrompido porque a cabeceira de uma ponte está avariada. Nos três casos, há a possibilidade de desvios por estradas vicinais, sem asfalto, mas a PRF recomenda aos motoristas que esperem mais alguns dias para usar a alternativa porque ainda há muita lama, trechos escorregadios e até alagados.

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