O Ministério Público Federal tem em seu poder documentos que indicam o uso de uma casa de câmbio para fazer remessas de pelo menos R$ 17,9 milhões, em valores atualizados, para uma conta em Nova York cuja beneficiária era a Igreja Universal do Reino de Deus. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Segundo a reportagem, as remessas foram feitas pela casa de câmbio Diskiline por meio de um sistema clandestino de transações internacionais, que foge do controle do Banco Central.

O meio de pagamento é uma espécie de compensação paralela entre contas abertas no exterior em nome de empresas "offshore" sediadas em paraísos fiscais.

Os documentos que comprovam as operação foram produzidos pela Assessoria de Análise e Pesquisa da Procuradoria-Geral da República, que teve como base informações da Polícia Federal e da CPI do Banestado.

A Igreja Universal foi procurada pelo jornal, mas não comentou o assunto por falta de informações.

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